quinta-feira, 21 de março de 2019


O Caso Regina em Itapetininga SP – Ano 1971
Itapetininga
Itapetininga está localizada no sul da região sudoeste do estado de São Paulo a 171 km da cidade de São Paulo e 184 km da fronteira com o estado do Paraná. Está entre os municípios mais arborizados do Brasil, sua área urbana é cheia de parques e bosques que se misturam em meio às casas e apartamentos. A vegetação é formada predominante por campos limpos e plantas típicas do Cerrado, com presença de Mata Atlântica e inexistência de serras, caracterizada por pequenas ondulações e extensas várzeas.
Rua Hilda, 70 – Vila Santana – Itapetininga
O Fato
Tia Regina Lúcia Rodrigues, na época com 17 anos
Esse caso aconteceu na minha casa no verão de 1971 aproximadamente as 21 horas, nós do interior dormíamos muito cedo, assim que a noite caía jantávamos e íamos dormir, não tínhamos televisão, algumas poucas vezes minha família ficava reunida sentados na cozinha e ao sabor de um cafezinho num bule verde esmaltado, feito no fogão a lenha, ficavamos todos conversando e ouvindo as histórias que meu pai contava de sua infância no interior. 
Ilustrativo
Tia Regina, naquela época com apenas 17 anos, foi passar um período de férias escolares em nossa pequena casa, que com apenas um dormitório, ela dormia na sala que não tinha parede para separar a sala da cozinha. Nossa casinha era muito simples, de tijolinho de barro, sem reboco nas paredes; para entrar na casa existiam duas simples portas uma na cozinha e a outra na sala, não tinha forro nem laje e era possível ao olharmos para cima vermos a fiação elétrica amarrada no madeiramento próxima as telhas, tudo era muito simples e aconchegante. A casa ficava próxima a um rio que existia a uns 80 metros dali. No quintal criávamos um porquinho e um carneiro. Numa noite estrelada, no verão de 1971, por volta das 21 horas, Regina batia à porta do quarto pedindo desesperadamente para que alguém abrisse e chorando muito dizia ter visto um ser que atravessou a parede para dentro da casa e passou em frente a ela fixando os olhos grandes e negros nos olhos dela e então desapareceu como fumaça. Apesar da penumbra ela conseguiu ver esta estranha criatura e descreveu-a como um pequeno e magro ser de aparência bizarra medindo aproximadamente 1,5 metros de altura  com cabeça grande e desproporcional ao corpo, com mãos grandes possuindo apenas 3 dedos longos, sua pele era esverdeada e usava uma roupa brilhante metálica colada ao corpo  que reluzia na escuridão da sala, caminhava lentamente e parecia não ter pressa. Aquela apavorante experiência atormentou-a e a imagem daquela criatura estranha perseguiu-a em seus pensamentos e pesadelos durante anos. Ela nunca mais sentiu-se segura e o medo fez parte de sua companhia sempre que estava sozinha em algum lugar.
Ilustração
No interior, naquela época, as pessoas não davam muita importância a esse tipo de acontecimento, virava até piada, porém hoje fico pensando o que de fato aconteceu naquela noite insólita? Este ser estaria sozinho? Poderia este ser, ter abduzido toda a família e nunca lembramos disso? O que estaria procurando? Teria esta criatura voltado a nos visitar durantes os próximos anos, ou até hoje nos visita? Talvez algum dia a resposta apareça atravessando a parede de minha casa em uma noite escura, ou será que já apareceu e eu não me lembro? 
Casos Ufológicos acontecidos no Brasil em 1971
Nas proximidades de Itapetininga não encontrei nenhum acontecimento ufolólico registrado, porém em um dos melhores sites de ufologia o http://www.fenomenum.com.br, encontrei a informação de que em 1971, o Brasil foi palco de uma forte onda ufológica que atingiu alguns estados brasileiros, destacando-se o Estado do Rio de Janeiro, com o foco principal de relatos originados na cidade de Itaperuna, e o Estado do Rio Grande do Sul, onde avistamentos foram reportados em pelo menos 60 cidades diferentes. Além destes estados brasileiros houveram numerosos registros em Argentina, Uruguai e Chile, dentro de uma área delimitada geograficamente.
O Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores, em sua edição 85/89, de 1972, apresentou ampla cobertura dos fatos ocorridos em território brasileiro, apresentando algumas relações com casos ocorridos em outros países. Depois desta publicação não houve uma retomada na investigação desta onda.
Em geral os casos narrados ocorreram no começo da noite. Não houveram casos ao amanhecer nem durante o dia. A maioria dos casos aconteceu entre 19 e 21 de dezembro, sendo que a maioria dos relatos ocorreu no dia 19. Foram descritos variados tipos de objetos. Alguns relatos descrevem objetos circulares, com uma parte interna transparente e envolto em nebulosidade ou fumaça branca. Houveram alguns relatos de objetos de grande tamanho que recolheram objetos menores antes de partir do local onde eram observados. Alguns relatos referem-se à luzes estranhas, semelhantes à uma estrela, em geral estática no céu e com um brilho constante que vai descendo em direção ao solo, desaparecendo um pouco antes de chegar ao solo. Na época em que estes casos ocorreram estes últimos foram incluídos como avistamentos não explicados e incluídos nas estatísticas ufológicas. Em investigação, porém, constataram que este último objeto era na verdade o Planeta Venus erroneamente confundido com discos voadores que vinham se manifestando em alguns locais.
Entre as testemunhas existem representantes das mais variadas formações. Desde simples agricultores, comerciantes, até professores, médicos e militares. Os detalhes narrados foram geralmente coincidentes entre si, mesmo entre pessoas desconhecidas. Haviam episódios em que grande número de pessoas testemunharam simultaneamente uma mesma aparição.  http://www.fenomenum.com.br/ufo/investigacao/casuistica/1971
www.maquinademisterios.com.br

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Pedra da Serpente


Pedra da Serpente em Peruíbe
Peruíbe é um município localizado no litoral Sul Paulista, na Região Metropolitana da Baixada Santista, no estado de São Paulo, no Brasil. A área é reconhecida pelas belas e extensas praias, pelo turismo ecológico e pelo turismo rural. A sua população estimada em 2010 era de 72 793 habitantes. Sua área é de 326 km², o que resulta numa densidade demográfica de 160,28 habitantes por quilômetro quadrado.
"Peruíbe" é um vocábulo indígena que significa "no rio dos tubarões", pela junção dos termos tupis iperu (tubarão), 'y (rio) e pe (em). Consta, porém, em alguns documentos, que esse nome estaria associado ao modo como José de Anchieta se referia ao lugar, chamando-o de "Tapirema do Peru", por suas semelhanças com a região peruana, onde os jesuítas haviam enfrentado dificuldades no exercício da catequese.
É uma cidade conhecida por seus mistérios envolvendo discos voadores e suas lendas contadas pelos indígenas desde o tempo do descobrimento do Brasil.
A região também é muito rica em minerais, como o titânio que é muito utilizado em ligas para aplicação na indústria aeronáutica e aeroespacial, e ainda possui a vantagem de suportar altas temperaturas, o que é ideal para fabricação de mísseis e naves espaciais.
Para entendermos um pouquinho da região, suas lendas e supostos avistamentos de seres extraterrestres e óvnis, vamos conhecer alguns fatores da região.

Apenas para ilustrar avistamentos de ovnis
Primeiramente vamos conhecer um pouco da pedra da serpente que está localizada na Serra dos Itatins, estrada que vai para o Guaraú, que está de frente para a ilha de queimada Grande ou ilha das cobras (falaremos desta ilha mais adiante). A pedra possui algumas partes mais escuras que formam um desenho, talhado na pedra, que lembra uma cobra ou arco, tem a aparência natural de uma porta ocidental. Fica em uma rocha que faz parte do flanco da montanha. Parece ter sido talhada com alguma ferramenta tipo talhadeira que pedreiros atualmente usam. Essa marca está na pedra a muito tempo.
Marca em formato de serpente esculpida na rocha
Diz a lenda caiçara, que que talvez exista uma caverna atrás da porta, dentro da rocha, que poderia levar a outro lugar ou planeta. Dizem os antigos índios, que quando andavam pelos caminhos chamados picadas, que ficavam abaixo da atual estrada, viam em certas noites, ao passarem no local do “portal”, que a porta estava aberta e saia fumaça e fogo de dentro. Um dia o que parecia ser uma caverna apareceu fechada, como se fosse soldada e selada, como se nunca houvesse uma caverna ali. Depois desse dia nunca mais foi vista aberta.
Até hoje moradores do Guaraú consideram o local sagrado, eles dizem que dentro da montanha, em certas noites, saem seres de outros planetas, que protegem Peruíbe. A montanha é conhecida pelos indígenas e até mesmo hindus, que já vieram estudá-la pois a consideram sagrada, vários mestres gurus estiveram explorando o local.  Também é conhecida pelo nome de morada dos deuses.
Dizem que na região da montanha da Serra dos Itatins, existe o gás ozônioNão encontrei nenhum estudo provando isso. Não significa que não exista o gás ozônio.
Ozônio
O ozônio (O3) é oxigênio triatômico, que é um gás de cor azul claro, ligeiramente solúvel em água e muito mais solúvel em solventes inertes não-polares, como tetracloreto de carbono ou fluorcarbonetos, onde se forma uma solução azul. É uma forma de oxigênio energizado produzido por radiação ultravioleta ou descarga elétrica. 
Estudos mostram que o ar purificado com ozônio reduz a incidência de resfriados, dores de garganta e ataques de alergia, especialmente durante a temporada de gripe, porém, dependendo de que forma estaríamos expostos ao gás ozônio e se as concentrações forem demasiado elevadas pode ser perigoso para a saúde e causar danos graves.
O suposto portal se parece com uma cobra gigante esculpida na rocha. Muitos atribuem poder energético e dizem ser guardiã da felicidade por imaginarem trazer bem estar a quem tocar na rocha, pessoas vinham de outras regiões para tocar na rocha.
Outra versão da lenda
Outra versão da lenda é que quem passar em frente ao “portal” à meia noite ou durante a madrugada, pode ver um homem louro, muito alto de aproximadamente 2,80 m a 3,5 m de altura, com boa aparência, vestido de branco, atravessar a pedra, dizem que ele costuma ficar no meio da estrada observando tudo em silêncio e depois volta atravessando a rocha e desaparecendo, por isso os caiçaras acreditam ser um ser um guardião e protetor da região. Nunca houve relatos de hostilidade.
Apenas para ilustrar seres louros e altos
Muitos relatam avistarem vários destes gigantes louros andando pelas matas da montanha e parecem observar e procurar algo silenciosamente. Alguns contadores de estórias e causos dizem que nesta montanha existem pedras preciosas ou metais raros e a cobra esculpida na rocha seria uma identificação desta teoria regional.
É fato que os contos populares têm lendas e são de origem misteriosas, pois por trás de todas as lendas pode haver algo de verdadeiro.
Dizem que a serpente esculpida na rocha faz parte de vários símbolos deixados por extraterrestres que habitaram a região de Peruíbe há milhares de anos atrás. Os relatos antigos revelam que muitos anos atrás chegaram naves vindas de outros planetas, exploraram a terra usando tecnologia avançada, usaram pedras em suas construções. Segundo a lenda seu líder chamava-se Jurapara, depois chamado de Jurupari ou gênio protetor, usava um adereço no peito, um símbolo de seu planeta, era um desenho de uma serpente negra. Via-se nas naves, de formato discoide e prateada, o mesmo desenho dessa cobra negra.
Nessa época havia uma cidade chamada Davana (alegria), toda iluminada, muito próspera, grandes pirâmides de vidro, havia paz e harmonia e prosperidade.  Devido a um grande terremoto a cidade foi destruída e os seres espaciais se foram e levaram consigo toda a tecnologia e muitas sementes e plantas que haviam coletadas e cultivadas deixando apenas seu símbolo que era a serpente negra gravado nas pedras. Até hoje indígenas relembram a chegada dos seres extraterrestres, em rituais que invocam os espíritos desses seres chamados de cobras luminosos, veneram, em seus contos, a chegada e a convivência com os extraterrestres.
Ainda hoje são vistas bolas de fogo, luzes no céu, há relatos de pessoas que viram saírem luzes da pedra, aparelhos redondos prateados, pedras ficam paradas no ar, acima de um metro e rolam pelas estradas. Eu pessoalmente ouvi de um morador da região que subia a serra de carro, a noite e viu um ser flutuando no ar e olhando para ele, enquanto passava em frente a criatura ficou com muito medo. Será mesmo que tem um portal dimensional nessa rocha? Confesso que todo o mistério que gira em torno dessa rocha nos causa uma emoção quando remetemos o pensamento à centenas e milhares de anos atrás e imaginamos como seria a vida nessa época se essa lenda fosse verdade. Vale a pena visitar o local.

Medidas da Serpente
 

  


Você sabe o que é Portal Dimensional?
Um portal dimensional, que em ficção científica e fantasia, geralmente se refere a uma porta tecnológica ou mágica que conecta a dois locais distantes, separados pelo espaço-tempo. Geralmente consiste de uma entrada e uma saída, como um túnel que entra e sai para outra dimensão instantaneamente.
Os portais são semelhantes ao conceito cosmológico de um buraco de minhoca, e alguns portais, supostamente funcionam como buracos de minhoca. Como no filme Narnia, onde os garotos entravam em guarda roupas e saiam em uma terra desconhecida.
Na física, um buraco de minhoca é uma característica topológica hipotética do contínuo espaço tempo, a qual é, em essência, um “atalho” através do espaço e do tempo. Um buraco de minhoca possui ao menos duas “bocas” conectadas a uma única “garganta” ou “tubo”. Se o buraco de minhoca é transponível, a matéria pode “viajar” de uma boca para outra passando através da garganta. Embora não exista evidência direta da existência de buracos de minhoca, um contínuo espaço-temporal contendo tais entidades costuma ser considerado válido pela relatividade geral.
O termo buraco de minhoca (wormhole em inglês) foi criado pelo físico teórico estadunidense John Archibald Wheeler em 1957.
Físico teórico estadunidense John Archibald Wheeler
Todavia, a ideia dos buracos de minhoca já havia sido proposta em 1921 pelo matemático alemão Hermann Weyl em conexão com sua análise da massa em termos da energia do campo eletromagnético.
Matemático alemão Hermann Weyl 
O nome "buraco de minhoca" vem de uma analogia usada para explicar o fenômeno. Da mesma forma que uma minhoca (verme) que come a casca de uma maçã poderia pegar um atalho para o lado oposto da casca da fruta abrindo caminho através do miolo, em vez de mover-se por toda a superfície até lá, um viajante que passasse por um "buraco de minhoca" pegaria um atalho para o lado oposto do universo através de um túnel topologicamente incomum.
Ilustração de buraco de minhoca
Voltando ao portal
O portal da pedra da serpente está direcionado para a Ilha das Cobras, quase na mesma reta porém separados pelo mar, se você ficar de costas para o “portal” e de frente para o mar poderá avistar a ilha das cobras. Mas que mistérios e lendas envolvem esta ilha?
A Ilha de queimada grande ou ilha das cobras
O nome da ilha se dá pelo fato de antigamente os portugueses moradores da ilha colocarem fogo em volta da costa da ilha com o objetivo de espantar os animais.
Para ilustrar queimada
Localizada a 35km da costa continental de Itanhaém, nas coordenadas 24° 29"e 45' e 046° 40"e 30', visível a 33N.M. (61km), Rumo Magnético 180° em 1997, tendo as dimensões de 1500 x 500m² a Ilha da Queimada Grande ou mais conhecida como Ilha das Cobras.

A Ilha das Cobras ou Queimada Grande, cujo portal da serpente está de frente para a ilha, possui uma das maiores populações de serpentes do mundo. Poucos lugares do planeta reúnem tamanha quantidade de cobras em espaço tão pequeno, com aproximadamente 1.500 metros de comprimento por 500 metros de largura e uma altitude aproximada de 200 metros, totalizando uma área de 430.000 metros quadrados aproximadamente. Na ilha habita uma espécie de jararaca, a mais mortal do planeta que é a espécie Bothrops insularis ou Jararaca-Ilhoa. Uma das únicas da espécie capaz de subir em árvores e que possui um veneno 12 a 20 vezes mais forte que as jararacas continentais.
Jararaca-Ilhoa
Um biólogo do Instituto Butantã de São Paulo explicou que o desenvolvimento dessa espécie se deu por causa do isolamento geográfico a que foi submetida desde a era glacial da Terra, há uns 9.000 anos.
Ao fim da era glacial, o gelo começou a derreter inundando grandes áreas terrestres e formando várias ilhas como a de Queimada Grande. A maioria dos animais migrou para o continente. Os demais, impossibilitados de nadar, ficaram confinados – os animais que se adaptaram às condições da ilha, como a jararaca ilhoa sobreviveram.
Embora as cobras se alimentem, em geral, de mamíferos, as ilhoas mudaram seus hábitos e passaram a se alimentar de lagartos, lacraias e aves abundantes no local. Aquelas que, por mutação genética, haviam desenvolvido uma cauda preênsil (Preensibilidade, em biologia, é a capacidade que têm as estruturas como cauda, dedos, artelhos, língua, etc, de se agarrar a alguma coisa, como fazem os macacos) – levaram vantagem. Esses répteis puderam capturar pássaros com mais facilidade e se multiplicaram, conferindo essa nova característica à espécie. Da mesma forma, prevaleceram as que possuíam veneno mais potente, cuja ação fulminante impedia a presa de voar. Seu veneno é tão poderoso que pode matar um homem adulto em menos de 06 horas. É um veneno corrosivo que destrói, realmente destrói o local que atingir. Hoje na Ilha das Cobras os animais alimentam-se exclusivamente de aves e água da chuva que ficam em poças nas rochas pois a ilha não possui fonte alguma de água doce. 
Segundo lendas e estórias as cobras seriam guardiãs de supostas bases extraterrestres escondidas na ilha?
Alguns estudiosos ufológicos estimulam a possibilidade de que na ilha existe um tipo de base submarina ou portal de entrada de naves e seres extraterrestres. Segundo eles, as cobras seriam as guardiãs da ilha, para que os humanos não se aproximem do local. Dizem que do portal da Pedra da Serpente é possível avistar discos voadores pousando na ilha,  isso nunca foi comprovado, com fotos, filmes, e cientificamente, apenas lenda, porém não podemos descartar a possibilidade de atrás das lendas existirem algumas verdades. Talvez até existam comprovações que não estejam disponíveis para todos.
Os extraterrestres teriam algum interesse nos minerais dessa região, por exemplo Titânio?
É possível, talvez titânio, que tem várias utilizações inclusive aeroespacial.
Titânio  
Este elemento não ocorre livre na natureza. Em compostos, ocorre principalmente na forma de rutilo (TiO2) e ilmenita (FeTiO3). Ele é um metal de abundância significativa, sendo o nono mais abundante entre todos os elementos e o segundo mais entre os metais de transição, só ficando atrás do ferro.

Pedra de Rutilo: mineral que imita diamante

Titânio possui símbolo Ti, número atômico 22 (22 prótons e 22 elétrons) e massa atômica 47,90 u, situa-se no 4° grupo da Tabela Periódica, classifica-se como metal de transição, sendo o segundo mais abundante.
O titânio, por sua leveza, é muito utilizado em ligas para aplicação na indústria aeronáutica e aeroespacial, e suporta altas temperaturas, o que é ideal para a fabricação de mísseis e naves espaciais. O Titânio é utilizado na fabricação de implantes dentários e próteses ósseas devido a leveza do material que garante conforto ao paciente.
titânio foi descoberto em 1791, por William Gregor.
William Gregor
Quatro anos depois, M. H. Klaproth redescobriu o elemento, de forma independente, obtendo o que chamamos de rutilo (TiO2).
M. H. Klaproth
Em 1910, Matthew A. Hunter obteve o elemento na forma pura, aquecendo TiCl4 com sódio metálico à 700 – 800°C.
Matthew A. Hunter
Você sabia que existe um Planeta de Oxido de Titânio WASP-19b
Existem um exoplaneta WASP-19b, onde a temperatura atual supera os 2.000 graus, um ano dura 19 horas e o céu é feito de titânio, será que existem outros planetas que tenham minerais importantes para os extraterrestres? E se existir, porque os extraplanetários estariam procuram minerais aqui na terra? Ou procuram algo que não temos conhecimento?
WASP-19b é um planeta extra-solar, possuí um dos períodos orbitais mais curtos de qualquer corpo planetário conhecido:0,788 8399 dias ou aproximadamente 18,932 horas. Tem massa próxima à de Júpiter (1,15 massa de Júpiter), mas em comparação tem um raio muito maior (1,31 vezes a de Júpiter, ou 0,13 de raio solar); tornando-o quase do tamanho de uma estrela de baixa massa. Ele orbita a estrela Wasp-19 na constelação Vela. Atualmente é o período mais curto descoberto por Júpiter quando planetas com períodos orbitais mais curtos têm uma composição de matéria rochosa, metálica ou degenerada.
Em 2013, o eclipse secundário e as fases orbitais foram pouco observados a partir dos dados coletados com o telescópio ASTEP, tornando-se a primeira detecção desse tipo através de observações terrestres. Isso foi possível devido ao grande tamanho do planeta e seu pequeno semi-eixo maior.
Atmosfera 
Em dezembro de 2013, cientistas que trabalham com o Telescópio Espacial Hubble relataram a detecção de água na atmosfera do exoplaneta.
Em setembro de 2017, astrônomos usando o Very Large Teslescope   no European Southern Observatory relataram a detecção de óxido de Titânio (TiO) na atmosfera do WASP-19b.
Maior conjunto de telescópios ópticos do mundo em uma única localização
Esta foi a primeira vez que o óxido de titânio foi detectado em uma atmosfera de exoplaneta. Eles também detectaram uma forte dispersão de neblina na atmosfera, bem como o elemento sódio, e adicionalmente confirmaram a presença de água. 
Comparação de exoplanetas de " Júpiter quente " (conceito de artista).
Do canto superior esquerdo para o inferior direito: WASP-12b,  WASP-6b, WASP-31b, WASP-39b, HD 189733b, HAT-P-12b, WASP, WASP-19b, HAT-P-1b  e HD 209458b.
Será que em Peruíbe existe algum tipo de minério de interesse alienígena?
Cinco lugares reais na Terra que supostamente poderiam ser portais para outras dimensões:
ABU GHURAB - EGIPTO
Localizado ao sul do Cairo, Egito, e situado na borda do planalto do deserto na margem ocidental do maior rio do mundo, o Nilo, o Abu Ghurab ou "o ninho de corvo" é um sítio arqueológico composto pelos templos do sol. Os faraós Nyuserre Ini e Userkaf, ambos construídos no século 25 aC durante o período egípcio do Antigo Império.
SEDONA VORTEXES - ARIZONA, EUA
Sedona é uma cidade localizada no norte do Vale Verde, no estado do Arizona. Em um ponto, esta área foi referida pelas tribos nativas americanas como Nawanda, e considerada como uma cidade sagrada. 
ARRANJO DE PEDRA ANTIGA - MICHIGAN, EUA
Em 2007, enquanto os cientistas procuravam examinar antigos destroços de barcos, eles descobriram uma estrutura de pedra semelhante a Stonehenge no chão do Lago Michigan, perto de Transverse City, no estado de Michigan, nos Estados Unidos. 
STONEHENGE - WILTSHIRE, INGLATERRA
É seguro dizer que o Stonehenge é uma das estruturas rupestres mais populares do mundo, e também é famoso destino turístico no Reino Unido que tem sido objeto de intenso debate sobre a data de sua construção. O Stonehenge é uma estrutura composta, formada por círculos concêntricos de pedras que chegam a ter cinco metros de altura e a pesar quase cinquenta toneladas. Endereço: Amesbury, Salisbury SP4 7DE, Reino Unido.
PORTÃO DOS DEUSES - HAYU MARCA, PERU
Em 1996, o guia local Jose Luis Delgado Mamani acidentalmente redescobriu um local antigo situado nas proximidades do Lago Titicaca e perto da região repleta de montanhas de Hayu Brand, no Peru, enquanto ele estava explorando a área para seu trabalho.
Abaixo ótimos sites que tratam dos assuntos aqui citados.

Livreto Peruíbe, Origens, Lendas e Contos de Maya Ekman -1987 










quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Óvnis em Mongaguá ?


Óvnis em Mongaguá?
Mapa Mongaguá
Mongaguá é uma palavra indígena que significa “água pegajosa”,  "enseada substância pegajosa" (monga, "substância pegajosa" + kûá, "enseada").  Outros nomes também foram atribuídos à região, tais como: "Terra dos Santos dos Milagres", "Terra dos Padres" e "Rio Fantasma". Nome dado pelos índios guaranis que viviam às margens dos rios Mongaguá e Aguapéu, esses nomes foram dados provavelmente em função de fenômenos e lendas da região. No século XVI, segundo historiadores, emissários de Martim Afonso de Souza, em suas viagens pelo litoral paulista, paravam em Mongaguá para descansar. Aos poucos, foram surgindo moradores fixos e, consequentemente, as primeiras propriedades. Parte do território atual de Mongaguá situava-se, naquela época, na Capitania de São Vicente e outra na Capitania de Itanhaém.
Em 31 de Dezembro de 1959 o governador, Dr. Jânio da Silva Quadros, assinou a Lei e Mongaguá foi elevada à categoria de Cidade, pela criação do Município. Em 1977, Mongaguá passou à categoria de Estância Balneária, pela Lei Estadual 1.482, publicada no Diário Oficial, no dia 7 de dezembro de 1977. A Topografia é de 60% planície e 40% planalto a altitude em terreno plano nas zonas urbanas e rurais é de apenas 2 metros em relação ao nível do mar.
Óvnis em Mongaguá?
Há muito tempo temos vários relatos de aparições de óvnis e seres estranhos no nosso litoral Sul Paulista. Há inclusive publicações em revistas e livros que tratam do assunto ovni também temos muitos relatos de avistamentos de naves e seres em Mongaguá.  Conheci o Fábio que é filho de um amigo, o Zé Tallone, um conhecido baterista de uma banda de rock da cidade, o Fábio me mostrou uma foto com duas imagens de luzes com formato de discoide, então fui pesquisar.
 A Foto
Foto ampliada - Crédito de Fábio de Oliveira Tallone
Mongaguá, 17 de setembro de 2018 – 00:28, era uma noite agradável e o céu estava limpo, a temperatura estava em torno de 19 graus, quando o  estudante Fábio de Oliveira Tallone de 18 anos, mira seu celular, um Galax A5, em direção ao céu acima da mata da pedreira de Mongaguá, que fica a aproximadamente 1 km de sua casa e fotografa aleatóriamente. Ao verificar se a foto ficou boa, ele percebeu que ao fundo, sobre a mata, acima de um lago que existe lá, haviam duas luzes estranhas que foram registradas em seu celular, foi então que para sua surpresa percebeu a semelhança das luzes com ovnis.
Segundo o site http://www.astrope.com.br/fases-da-lua-em-setembro-de-2018/ na quinta feira, 17 de setembro de 2018 a Lua alcançou à fase Quarto Crescente em 16 de setembro de 2018, às 20h e 14min (UTC -3). A distância que nosso satélite natural estava em relação à Terra era de 398.837 quilômetros. A Lua Quarto Crescente estava entre as estrelas da constelação de Ofiúco. Abaixo temos duas fotos, que foram tiradas da janela do quarto, uma a noite e outra de dia com vista para a pedreira desativada.
Esta Foto foi tirada da mesma posição, porém de dia para podermos ter idéia da distância daquela montanha ao fundo, onde a mata é bem fechada e fica na Pedreira desativada
A Pedreira de Mongaguá
Fundada em 09/05/1968 no Município de Mongaguá – SP e localizada na  Rodovia Padre Manoel da Nóbrega, Km 304 , a Pedreira de Mongaguá extrai, beneficia e classifica Pedra Britada. A pedreira fica numa região de mata Atlântica, próximo ao poço das antas, um ponto turístico para quem aprecia a natureza e lindas cachoeiras.
A direita, temos a pedreira desativada e o lago, a esquerda podemos ver
a pedreira atual e ao final da estrada o poço das Antas.
A pedreira ocupa duas áreas, uma em total produção e a outra área desativada onde existe um portão de ferro para impedir a entrada de turistas e curiosos pois trata-se de propriedade privada.
Ao chegarmos no setor da Pedreira desativada já vemos esta placa
Na área desativada existe um lago e um grande paredão de rocha com aproximadamente 100 metros de altura onde ao subirmos vemos do topo do morro uma grande parte do centro da cidade, é um local belíssimo onde podemos nos deparar com vários animais como macacos, veados, bicho preguiça, cachorros do mato, diversos tipos de aves, cobras e outros.
Paredão rochoso
Lago
Visão de parte da cidade vista do pico do morro da Pedreira desativada
Que material é extraído da Pedreira?
A extração de brita é a principal atividade. A brita é um tipo de pedra com várias classificações, tem muitas aplicações e diferentes tipos indicações para cada situação. É utilizada desde na fabricação de concreto até a construção de grandes edificações e obras como barragens e ferrovias. Esse material é utilizado na fabricação de concreto, na pavimentação de rodovias e na construção de edificações e grandes obras, como barragens e ferrovias.
Brita 0
A brita número 0 é também conhecida como pedrisco e é a matéria prima para a fabricação de blocos de concreto, por exemplo.
Brita 1
A brita número 1 é o tipo mais usado pelas construtoras
Brita 3
Por ser maior, a brita número 3 não é usada em processos normais de construção, mas em obras de base, como aterramento, nivelamento ferroviário e instalação de drenos
Visitando a Pedreira de Mongaguá
Na noite de 20 de dezembro de 2018 eu e o Fábio Tallone fomos à Pedreira, por volta das 22:35 hs da noite, para conversar com os vigias noturnos, por motivos de preservação da identidade não divulgarei o nome deles. Um dos vigias tem 15 anos trabalhando na Pedreira e o outro, o Sr. José (nome fictício) tem mais de 30 anos como vigilante noturno na empresa e nos confidenciou que já viu luzes “diferentes” no céu, mas que não presta atenção, pois acha normal.  
Vigília Ufológica
Vista de parte da cidade do alto da pedreira
Vista de parte da cidade do alto da pedreira
Primeiramente quero agradecer à presidência da Pedreira e a todos os colaboradores da Pedreira que com muito respeito ao nosso trabalho de pesquisa nos permitiram fazer uma vigília ufológica na pedreira desativada, na noite de 2 de fevereiro de 2019 e em especial ao Rodrigo que foi muito atencioso.
Na noite da Vigília, o céu estava parcialmente limpo, com algumas nuvens, a lua estava minguante e por volta das 04:00 da manhã tivemos um avistamento de uma luz muito forte que cruzou o céu em altíssima velocidade e muito alto em direção ao mar, completamente fora da rota dos aviões, a luz tinha um formato esfera e rapidamente sumiu numa nuvem.
Semelhança das Luzes fotografadas
Observem a semelhança da foto das luzes em Mongaguá tirada em 2018 e a foto tirada na operação prato em Colares nos anos de 1977 e 1978. Seriam realmente ovnis?
Foto ampliada das Luzes registrada em Mongaguá 2018
Fotos de Luzes registradas na Operação Prato data 1977 e 1978
Operação Prato
Operação Prato foi um dos eventos mais importantes da casuística ufológica, por ter sido realizada pela Força Aérea Brasileira no norte do Brasil, no estado do Pará e Maranhão em Colares nos anos de 1977 e 1978.
Vários municípios destes estados foram palco de estranhos objetos luminosos que atingiam feixes de luz, que segundo relatos de moradores e da Imprensa local sugavam pequenas porções de sangue de suas vítimas. Este fenômeno foi chamado de “aparelho”, “chupa-chupa” ou “luz vampira”.
As autoridades locais procuraram ajuda militar. Em agosto de 1977, o chefe da 2ª Seção do I COMAR – Comando Aéreo Regional do Pará, o coronel Camilo Ferraz de Barros com o aval dos brigadeiros Protásio Lopes de Oliveira e João Camarão Teles Ribeiro, criaram a “Operação Prato” designando o capitão Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima para o comando daquela equipe de investigação. Existe um farto e detalhado material de informação disponível na internet, vale a pena pesquisar.
Essas luzes seriam um reflexo qualquer?
Fizemos uma série de fotos durante alguns dias alternados, para ver se a luz fotografada pelo Fábio poderia ser Lens Flare, e o resultado foi que não saiu nenhuma luz nessas imagens, apenas o escuro do céu acima da Pedreira, essas fotos foram feitas com o mesmo celular do Fábio e nas mesmas condições de posição, distância e iluminação da foto em que aparecem as duas luzes. Outra situação é que uma senhora que mora nos arredores da Pedreira me confirmou a existência de fenômenos luminosos que acontecem a noite na região.
O que é Lens Flare?
Reflexo de lente refere-se a um fenômeno em que a luz é espalhada ou queimada em um sistema de lente frequentemente em resposta a uma luz brilhante, produzindo um artefato indesejável na imagem. Isto acontece através da luz espalhada pelo próprio mecanismo de criação de imagens, por exemplo, através da reflexão interna e dispersão das imperfeições do material na lente. Lentes com grande número de elementos, como zooms, tendem a exibir maior reflexo de lente, pois contêm um número relativamente grande de interfaces nas quais pode ocorrer dispersão interna. Esses mecanismos diferem do mecanismo de geração de imagem focalizado, que depende dos raios da refração da luz do próprio sujeito.
Flare se manifesta de duas maneiras: como artefatos visíveis e como uma névoa na imagem. A névoa faz com que a imagem pareça “lavada”, reduzindo o contraste  e a saturação de cor (adicionando luz a regiões escuras e adicionando regiões brancas  a saturadas, reduzindo a saturação). Artefatos visíveis, geralmente na forma da íris da lente, são formados quando a luz segue um caminho através da lente que contém um ou mais reflexos das superfícies da lente.
Flare é particularmente causado por fontes de luz muito brilhantes. Mais comumente, isso ocorre ao fotografar o sol (quando o sol está no quadro ou a lente está apontada na direção do sol) e é reduzido usando um para-sol ou outra sombra.  Para sistemas ópticos de boa qualidade e para a maioria das imagens (que não tem uma luz brilhante na lente), o reflexo é um efeito secundário que é amplamente distribuído pela imagem e, portanto, não é visível, embora reduza o contraste.
Abaixo segue alguns exemplos de Lens Flare, observem como a luz , quase sempre “explode” visualmente, também pensem na semelhança das luzes fotografadas na operação prato, um abraço e tirem as sua conclusões.











Fotografia do Lander lunar da Nasa que contém alargamento da lente. Além do clarão óbvio em torno do sol, os artefatos de luz no canto inferior direito também são causados por reflexos.









Exemplo de reflexo de lente artificial, como pode ser usado em um filme de animação ou de vídeo game.








Renderização de reflexo de lente high-end usando uma técnica










O clarão da lente é extremamente difícil de controlar quando uma fonte de luz brilhante como o sol está fora do quadro.









Quando o assunto de uma foto é a própria fonte de luz, o reflexo de lente pode ser um efeito desejável e dramático.









Reflexo de lente usado para capturar detalhes de motivo muito brilhante (eclipse solar parcial)
Reflexo de lente – o sol está fora do quadro








Reflexo de lente comumente associado ao uso de lentes anamórficas que são frequentemente usadas na produção de filmes.



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