segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

SUPOSTO POUSO DE OVNI EM PERUÍBE

Suposto pouso de um óvni em Peruíbe


Suposto pouso de uma nave
Máquina de Mistérios foi conferir o local do suposto pouso de um ovni. Cidade de Peruíbe dia 28/10/17 - Local Rua 19 - Balneáreo São João Batista (podem achar este endereço no google maps). 
Mapa do local
Terreno abaixo do nível da rua uns 20 cm - por isso não tem vazão de água - as plantas do terreno são taboas (plantas que desenvolvem em terrenos com água (brejo) ) - uma das características da taboa é ser uma planta espessa (grossa).
taboa
 As fitas de demarcação estão no terreno do lado, pois tem uma construção de uma pequena casa, aparenta estar demarcando esta obra. Tem um ufólogo que diz que foi ele quem colocou, não sei.

As plantas estão dobradas, algumas quebradas, não aparentando ter sofrido aquecimento, no meio do terreno e em outros pontos do terreno tem taboas que não estão dobradas ou amassadas com aproximadamente 20 cm de altura e em crescimento. Uma emissora de televisão afirmou que não foi um pouso de ovni e sim um microburst.
O que é um microburst ?
O termo foi definido pelo especialista em meteorologia de mesoescala Ted Fujita como afetando uma área de 4 km (2,5 mi) de diâmetro ou menos, distinguindo-os como um tipo de rebentamento e além do cisalhamento comum do vento que pode abranger áreas maiores. Fujita também cunhou o termo macroburst para downbursts maiores que 4 km (2,5 mi). 
Um microburst(micro explosões) é um downdraft (Decadente) intenso de pequena escala produzido por uma tempestade ou chuva. Existem dois tipos de microbursts: microbursts molhados (Os microbursts molhados são downbursts acompanhados por uma precipitação significativa na superfície) e microbursts secos (Quando a chuva cai abaixo da base da nuvem ou é misturada com ar seco, ela começa a evaporar e esse processo de evaporação esfria o ar) Eles passam por três fases em seu ciclo, as fases de desabafo, explosão e amortecimento, também chamadas de "Curso de Suriano". Um microburst pode ser particularmente perigosa para as aeronaves, especialmente durante o pouso, devido ao cisalhamento do vento causado pela frente da rajada. Vários acidentes fatais e históricos foram atribuídos ao fenômeno ao longo das últimas décadas, e o treinamento da tripulação de voo se esforça para se recuperar de um evento de microburst / wind shear.
Ilustração de uma microburst
O ar se move em um movimento descendente até atingir o nível do solo. Em seguida, ele se espalha em todas as direções. O regime de vento em uma microburst é oposto ao de um tornado.
Dano de árvore de um downburst
Durante os últimos 20 dias o litoral sul tem sofrido intensas chuvas principalmente a noite e com ventos muito fortes, chegando em algumas noites atingir 80 km de velocidade, segundo jornais da região. Os postes de energia elétrica do bairro são distantes uns dos outros, o que poderia causar, em caso de ventania, uma possível interferência no fornecimento de energia elétrica, o que foi relatado pelos moradores: que faltou energia na noite em que supostamente pousou um ovni no local. Um pesquisador de ufologia científica disse que poderia ter acontecido um acamamento.
DOM 15/10
Temp. atual
18° /15°
Média hist.
24°/12°
SEG 16/10
Temp. atual
21° /16°
Média hist.
24°/12°
TER 17/10
Temp. atual
27° /17°
Média hist.
24°/13°
QUA 18/10
Temp. atual
31° /18°
Média hist.
24°/13°
QUI 19/10
Temp. atual
32° /21°
Média hist.
24°/13°
SEX 20/10
Temp. atual
23° /19°
Média hist.
24°/13°
SÁB 21/10
Temp. atual
25° /19°
Média hist.
24°/13°
DOM 22/10
Temp. atual
22° /19°
Média hist.
24°/13°
SEG 23/10
Temp. atual
19° /13°
Média hist.
24°/13°
TER 24/10
Temp. atual
19° /14°
Média hist.
24°/13°
QUA 25/10
Temp. atual
29° /16°
Média hist.
24°/13°
QUI 26/10
Temp. atual
26° /16°
Média hist.
24°/13°
SEX 27/10
Temp. atual
26° /18°
Média hist.
24°/13°
SÁB 28/10
Temp. atual
27° /19°
Média hist.
24°/13°
DOM 29/10
Temp. atual
24° /18°
Média hist.
24°/13°
SEG 30/10
Temp. atual
22° /18°
Média hist.
24°/13°
TER 31/10
Temp. atual
22° /15°
Média hist.
24°/13°
QUA 01/11
Temp. atual
20° /14°
Média hist.
24°/13°
QUI 02/11
Temp. atual
24° /14°
Média hist.
24°/13°
SEX 03/11
Temp. atual
31° /15°
Média hist.
24°/13°
SÁB 04/11
Temp. atual
28° /19°
Média hist.
24°/13°
fonte: https://www.accuweather.com/pt/br/peruibe/11750/october-weather/497818_pc
Acamamento de Plantas
O excesso de chuvas pode favorecer a perda de nutrientes, nas plantas, principalmente do nitrogênio. Com o crescimento das plantas, mais folhas são emitidas e, consequentemente, sua altura também aumenta (alongamento), tornando as raízes mais frágeis. Com novos períodos de precipitações elevadas e constantes, o solo torna-se mais maleável, favorecendo o acamamento das plantas.
As pragas de solo podem também danificar as raízes, consequentemente causando o acamamento das plantas. O acamamento está associado a um evento que contribua para o dano mecânico, como por exemplo, temporais e ventos fortes.
Queimadura nas plantas
Um fator que pode produzir queimaduras nas folhas de algumas plantas é o excesso de radiação solar ou de luz, em regiões litorâneas o sol é muito mais forte e constantes.
Os danos por excesso de sais costumam ser comuns em todas as plantas de climas chuvosos. Plantas como a hortênsia, a gardénia, a camélia ou as bulbosas também são sensíveis a este problema.  O termo bulbo é usado para descrever uma grande variedade de plantas geófitas e seus órgãos subterrâneos de armazenamento, incluindo bulbos, cormos, rizomas, tubérculos e raízes tuberosas.

Geófita é um termo botânico que se refere às espécies vegetais que permanecem subterrâneas durante a época desfavorável para seu crescimento, sob a forma de bulbo, rizoma, tubérculo ou raízes gemíferas(que tem a capacidade de brotar e gerar novas plantas). Os nabos são plantas geófitas. 
Nessa região de Peruíbe tem muitos terrenos vagos, descampados, com mato baixo e terra seca é um local afastado do centro da cidade e com pouca iluminação. Estive no local, não levei aparelhos para medir radiação, essas informações que passo são visuais e pessoais, não tenho nenhuma conclusão, o mato está virado todo para uma única direção, o que é estranho, tratando-se de um pouso de um suposto objeto em cima das plantas.
Até agora, pelo menos eu não vi, nenhum ufólogo ou pesquisador apresentou relatório por escrito e assinado por algum instituto de pesquisas, referente a análises de solo ou de plantas.
Peruíbe é uma cidade de muito mistérios, existem muitas lendas e relatos dos moradores a respeito de luzes estranhas que aparecem a noite, seres altos que andam pelas praias desertas, tem o portal da serpente, onde muitos dizem ter vistos luzes saindo de dentro da rocha. 
Esses relatos existem desde a época dos Jesuítas que andavam por toda a região e eram feitos pela população indígena. Por ser um local de tantos mistérios, temos que ir com cuidado em nossas análises e conclusões, pois pode ser apenas um fenômeno natural ou criação de alguém.
No link abaixo você pode aprender como se faz um desenho em plantas os famosos Crop Circle:
 http://www.maquinademisterios.com.br/2017/09/agroglifos-com-cerveja.html
Veja aqui no blogue

Conhecendo um pouco de Peruíbe e sua história



Peruíbe é um município localizado no litoral Sul de São Paulo, na Região Metropolitana da Baixada Santista, no estado de São Paulo, Brasil. A região é reconhecida pelas lindas e extensas praias, pelas suas belas paisagens ecológicas. A sua população estimada em 2010 era de 72 793 habitantes. Sua área é de 326 km², o que resulta numa densidade demográfica de 160,28 habitantes por quilômetro quadrado.
"Peruíbe" é um vocábulo indígena que significa "no rio dos tubarões", pela junção dos termos tupis iperu (tubarão), 'y (rio) e pe (em). Padre José de Anchieta se referia ao lugar, chamando-o de "Tapirema do Peru", por suas semelhanças com a região peruana, onde os jesuítas haviam enfrentado dificuldades no exercício da catequese.


Padre José de Anchieta foi um padre jesuíta espanhol que atuou na catequização de índios e evangelização no Brasil durante a segunda metade do século XVI. Foi também teatrólogo, historiador e poeta. Nasceu na cidade de San Cristobal de La Laguna (Espanha) em 19 de março de 1534. Morreu na cidade de Iriritiba (atual Anchieta no estado do Espírito Santo) em 9 de junho de 1597. José de Anchieta foi beatificado pelo papa João Paulo II em 22 de junho de 1980.


Quando os portugueses no ano de 1500 descobriram o Brasil, já existia, na região, a Aldeia dos Índios Peruíbe, no sistema de Capitanias Hereditárias. As Capitanias hereditárias foi um sistema de administração territorial criado pelo rei de Portugal, D. João III, em 1534. As pessoas que recebiam a concessão de uma capitania eram conhecidas como donatários. Tinham como missão colonizar, proteger e administrar o território. O sistema foi implantado pela Coroa Portuguesa em 1534 para a colonização do Brasil, o território onde hoje localiza-se Peruíbe pertencia à Capitania de São Vicente, cujo donatário era Martim Afonso de Sousa (Martim Afonso de Sousa foi um nobre, militar e administrador colonial português. Foi o primeiro donatário da Capitania de São Vicente e governador da Índia. Jaz em São Francisco de Lisboa)
Mas a história de Peruíbe está intimamente ligada ao estabelecimento dos padres jesuítas pelo litoral do estado de São Paulo. Em 1549, chegou o padre Leonardo Nunes para fazer a catequese dos índios, no local onde já havia sido construída a Igreja de São João Batista. Os indígenas o chamavam de Abarebebê ou Abaré-bebé (termo que, traduzido do antigo tupi, significa "Padre Voador", através da junção de abaré, "padre" e bebé, "voador"), pois o padre parecia estar em vários locais ao mesmo tempo. Restos desta igreja são conhecidos hoje como Ruínas do Abarebebê. Em 1554 o padre José de Anchieta chegou ao aldeamento.
Em 1640, passou a ser conhecida como Aldeia de São João Batista e, em 1789, os padres jesuítas foram expulsos do Brasil. A aldeia ficou abandonada, entrou em declínio, tornando-se uma pacata vila de pescadores, sempre submetida ao município de Itanhaém. 
Em 1914, a construção da Estrada de Ferro Santos-Juquiá trouxe novos habitantes. A bananicultura se espalhou por toda a região.                                     
Nos anos 1950, com a construção de rodovias para o Litoral Sul, a atividade comercial, especialmente a imobiliária, começa a crescer, sendo realizado um plebiscito para definir a emancipação política de Peruíbe, em 24 de dezembro de 1958, proposto pelo então vereador de Itanhaém, Geraldo Russomano.
Em 18 de fevereiro de 1959, o distrito passou a ser um município desmembrado do território de Itanhaém. Já em 22 de Junho de 1974, Peruíbe foi reconhecida como Estância Balneária. Em 1975, foi assinado, pelo presidente brasileiro Ernesto Geisel, o acordo nuclear Brasil-Alemanha, que previa, dentre outros itens, a construção de uma usina nuclear na Praia do Arpoador, na Jureia. 
                                                             Resultado de imagem para Ernesto Geisel
Presidente brasileiro Ernesto Geisel
Juréia
A sociedade resistiu, e os equipamentos que seriam usados em Peruíbe ficaram na usina de Angra 3.                           
Também na década de 1970, o uso medicinal da lama negra de Peruíbe ganhou repercussão internacional, mas seu emprego só foi retomado após pesquisas comprobatórias da sua eficácia nos anos 2000. Em 2007, o empresário Eike Batista anunciou que pretendia construir o Porto de Peruíbe (Porto Brasil), que seria o maior e mais moderno da América Latina, com um parque industrial anexo. O projeto foi suspenso por tempo indeterminado.
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Eike Batista 
O desenvolvimento do município até hoje está ligado ao turismo de veraneio, comércio e serviços.
Obrigado amigos da Máquina de Mistérios, espero que tenha ajudado com essas informação. www.maquinademisterios.com.br




















































sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

OVNIS NA MONTANHA DOS MORTOS?

Ovnis na Montanha dos Mortos?
Olá amigos da Máquina de Mistérios o fato de não haver testemunhas oculares causou muitas hipóteses. Os investigadores soviéticos simplesmente determinaram que "uma força natural convincente" causou as mortes. Durante três anos, após o incidente, o acesso à área foi proibido para esquiadores e outros aventureiros. A cronologia do incidente não está clara por causa da falta de sobreviventes. Existem várias teorias: um Ovni, um Yeti (pé grande), um míssil, a tribo Mansi, foram confundidos com prisioneiros fugindo, raio bola teria matado a todos, avalanche, um míssil teria matado a todos, infrason.
O que pode aterrorizar um grupo de nove pessoas, acostumados a acampar em locais extremos e com grande força física? Eles não eram colegiais acampando com medo do escuro.
Por que Lyudmila foi encontrada sem a língua?
Os ferimentos foram tão intensos que nenhum ser humano seria capaz de fazer. Quem fez?
Eles estavam a -20ºC – O que os fez fugir da barraca cortando-a de dentro para fora?
A última foto tirada pelos estudante mostra uma luz estranha, que éra aquela luz?

Cronograma
25 de janeiro
o grupo (10) chega de trem em Ivdel e leva o ônibus para Vizhay
26 de janeiro
O caminhão leva o grupo a uma comunidade madeireira chamada Liquidação 41
27 de janeiro
O grupo contrata um trenó por 24 km para o estabelecimento mineiro do Norte-2 (abandonado)
28 de janeiro
Yuri Yudin volta com o trenó devido à dor nas costas (ciática), o grupo agora consta de 9 membros
que passaram a noite nas margens do rio Lozva
29 de janeiro
O grupo de esquis faz o caminho de Lozva para o rio Auspiya onde passam a noite
30 de janeiro
O grupo coloca sua barraca nas margens do rio Auspiya
31 de janeiro
O grupo passa a noite nas margens do rio Auspiya e deixa provisões em uma plataforma elevada (labaz) para aliviar suas mochilas para a subida
1 de fevereiro
O grupo começa atrasado, fica a 500 metros de sua rota planejada e arremessa sua barraca na encosta norte de Kholat Syakhl. O que hoje é chamado Dyatlov Pass não é onde eles foram, mas onde eles pretendiam ir
2 de fevereiro
Todos os membros do grupo Dyatlov morrem de forma misteriosa
12 de fevereiro
O grupo era esperado de volta em Vizhay
21 de fevereiro
Fugas de busca estão a caminho
26 de fevereiro
Barraca encontrada
27 de fevereiro
Corpos de Doroshenko, Krivonischenko, Dyatlov e Kolmogorova são encontrados
3 de março
o cache (labaz) é encontrado
4 de março
Autópsia de Doroshenko, Krivonischenko, Dyatlov e Kolmogorova
5 de março
O corpo de Slobodin é encontrado
8 de março
Autópsia de Slobodin
9 de março
Doroshenko e Kolmogorova estão enterrados no Cemitério de Mikhailovskoe
Krivonischenko está enterrado no Cemitério de Ivanovskoe
10 de março
Dyatlov e Slobodin estão enterrados no Cemitério de Mikhailovskoe
5 de maio
Guiné e corpos de Dubinina, Kolevatov, Thibeaux-Brignolles e Zolotaryov são encontrados
9 de maio
Autópsia de Dubinina, Kolevatov e Thibeaux-Brignolles e Zolotaryov
12 de maio
Dubinina, Kolevatov e Thibeaux-Brignolles estão enterrados no cemitério de Mikhailovskoe
Zolotaryov é enterrado no Cemitério de Ivanovskoe
18 de maio
Teste radiológico de roupas em Dubinina, Kolevatov, Thibeaux-Brignolles e Zolotaryov
28 de maio
Caso encerrado
Para entendermos um pouco melhor o caso temos que que entender vários fatores e conhecermos a região, povos, lendas e outros 
               Conhecendo um pouco da Rússia
                     
A federação Russa, o maior país do mundo em extensão territorial e ocupa o território de 17 075 400 km². Em comparação com o Brasil é cerca de duas vezes maior. Localiza-se na Eurásia da Europa, Norte da Ásia, o que é simbolizado pela a águia de duas cabeças no seu brasão.
O relevo é variado: dominam planície e vales em 3/4 do território. As planícies do Leste Europeu e do Oeste Siberiano, divididas pelos montes Urais, são as maiores do planeta. O ponto mais elevado é o monte Elbrus, com uma altitude de 5633 metros, que é também o ponto mais alto da Europa.
Apesar da grande área que a Rússia possui, apenas 18% do território é coberto de água. Contam-se 120 000 rios, dos quais se destacam o Volga, o Don, o lenissei, o Lena, o Ob, o Dniepre.
A Rússia possui a maior bacia hidrográfica da Ásia, denominada Bacia do Bacia do Ob, com 2 975 000 m².Cerca de 37 000 km de costa delimitam a Rússia dos oceanos Ártico e Pacífico e também do mar Negro e Cáspio, sem esquecer a zona dos Balcãns. Os oceanos representam uma importante fonte de riqueza para o país, uma vez que o petróleo e o peixe são produtos obtidos naquelas zonas.
A região mais a norte do país, chamada Sibéria, é a mais fria de todo o país. Registam-se temperaturas no inverno da ordem dos -40 °C ou -50 °C, às vezes chegando aos -60 °C ou até menos. A Sul, o clima é mais quente, havendo campos e estepes onde as temperaturas chegam aos -8 °C.
O verão na Rússia também é variável de região a região, registando-se temperaturas médias de 25 °C. Em certos casos extremos, já houve dias em que se registraram temperaturas superiores a 45 °C.
A Rússia é atravessada por quatro climas: ártico, suártico, temperado e subtropical. As estações pode ser caracterizadas assim: inverno longo e nevoso, prmavera temperada, verão curto e quente e outono chuvoso. Essas características, entretanto, variam muito por região.
Conhecendo a montanha Kholat Syakhl e o povo Mansi. No início das investigações o povo Mansi foi acusado de terem assassinado os exploradores.
               
 A montanha Kholat Syakhl leva o nome de uma lenda da tribo Mansi que significa “Montanha dos mortos” na linguagem Mansi; eles contam que no passado, nove caçadores da tribo mansi morreram durante a noite, foram encontrados mortos congelados. Para eles, a montanha se converteu em um local encantado.
Segundo a lenda, a montanha era habitada pelo que eles chamavam de “almas” que levavam a vida do “invasor” que entrasse na região. Quando os mansis diziam aos esquiadores: Gora otorten, que significa em Mansi 'Não vá lá', era uma advertência em relação as “almas”.
Crenças do povo Mansi.
No século XVIII, os Mansis foram formalmente convertidos ao cristianismo, mas ainda hoje se conservam o xamanismo e os cultos dos antepassados e dos espíritos protetores. Os Mansis criam que toda a terra, as florestas, os rios e os lagos eram protegidos pelos espíritos dos antepassados. Era deles que dependiam o bem-estar dos homens e o êxito no trabalho.
O animal mais respeitado entre os Mansis é o urso.
Eram na Antiguidade organizadas as chamadas “festas ursinas”, um conjunto de rituais complicados relacionados à caça do urso e à comida de sua carne. Depois de uma caçada feliz, os caçadores tiravam a pele do urso, mas não nunca a curtiam e não empregavam de todo no seu cotidiano.
A pele do urso era trazida à habitação e colocada de modo a que a cabeça do animal ficasse descansando entre suas patas dianteiras. Se a pele pertencia à ursa, sua cabeça era coberta com o lenço e as patas eram adornadas com anéis. Diante do focinho eram colocados uns petiscos, chá e vinho. Todos os hóspedes vindos para a festa beijavam a cabeça do urso.
E só depois dessa cerimônia é que os homens levavam a cabeça para a floresta, coziam-na e comiam-na; entretanto, as mulheres e as crianças permaneciam a uma certa distância. A pele do urso era guardada no baú sagrado da casa, enquanto que o crânio era deixado em um estrado especial junto da casa ou pendurado em uma árvore alta na floresta.
Na Antiguidade, os Mansis eram um povo nômade muito aguerrido, mas a partir do século XI seus vizinhos mais fortes os vão deslocando aos poucos para a Sibéria.
Uma vez estabelecidos nas condições climáticas siberianas bastante difíceis, os Mansis passaram a ocupar-se da caça, pesca e criação de renas.
Era muito importante para esse povo o pinheiro-siberiano, árvore que dá uma quantidade enorme de pinhas altamente comestíveis. De raízes trançadas do pinheiro-siberiano eram feitos cestos, louças e mobília. Para navegar em rios, os Mansis empregavam canoas talhadas em troncos do pinheiro-siberiano, sendo insubstituíveis nos invernos rudes muito nevados os esquis e os trenós também produzidos dessa árvore.
Morte na Neve
IGOR DYATLOV (23)

    

Dyatlov era um dos atletas mais experientes do grupo de alpinistas, foi responsável por traçar a rota da viagem mais triste de sua vida.  Igor Dyatlov, 23 anos, aluno do quinto ano de engenharia de rádio. Um jovem inteligente e talentoso, tinha grande interesse em invenções, projetou e construiu um rádio durante o segundo ano de estudos e o utilizou em suas expedições nas Montanhas Sayan em 1956. Em 1958, ele também fez um pequeno fogão portátil que levou para a Montanha dos Mortos. Era descrito como pensativo e nunca tomava decisões às apressadas. Igor Dyatlov gostava de Zinaida Kolmogorova, companheira na expedição.
Igor Dyatlov foi encontrado no mesmo dia (2-27-1959) a 300 m do cedro, virado para cima, na direção da tenda. Acima da neve estavam visíveis apenas as mãos apertadas em punhos dobrados na frente do peito. A jaqueta desabotoada é incomum para alguém que está morrendo de congelamento.
A Morte
 
Altura 175 cm, A aparência do falecido foi descrita como "vermelho azulado". Ele tinha um casaco de algodão desabotoado sem mangas - algodão azul do lado exterior, pele branca escura e cinza escuro (Yudin mais tarde reconheceu como sendo o colete que ele deu a Krivonishenko quando eles se separaram), um suéter azul, camisa de algodão vermelho manga comprida, encontraram também 4 comprimidos Streptocide ( um anti-inflamatório usado para infecção de ferida) ainda na blister, singlet de algodão azul sem mangas, calças de esqui sobre suas calças. Sem sapatos. Ele tinha uma meia de algodão no pé esquerdo e uma meia de lã no pé direito. É difícil explicar esta distribuição desigual. Poderia ser que ele tinha duas meias em um pé e mais tarde tirou para proteger o outro pé nu. Tinha no punho seu relógio "Zvezda"
Pequenas lesões na testa
Pequenas lesões nas pálpebras superiores
Abrasões marrom-vermelhas acima da sobrancelha esquerda
Pequenas lesões na bochecha esquerda
Abrasões castanho-vermelhas em ambas as bochechas
Sangue seco nos lábios
A mandíbula inferior tinha um incisivo faltante, a mucosa estava intacta que sugeria que faltava um dente muito antes da viagem final
Joelhos feridos sem sangramento nos tecidos subjacentes
Ambos os tornozelos tinham pequenas lesões vermelhas acastanhadas, tamanho 1x0,5 cm e 3x2,5 cm com hemorragia no tecido subjacente
Única incisão 4x2 cm no terço inferior da tíbia direita
Muitos pequenos arranhões de cor vermelha escura no terço inferior do antebraço direito e da superfície da palma
Descoloração cinza-roxa na parte de trás da mão direita
As articulações metacarpofalangeanas  na mão direita apresentavam hematomas vermelhos e vermelhos. Esta é uma lesão comum na mão, quando se luta ou briga. Para ter uma melhor idéia das lesões, faça um punho. Esta é a parte da mão que você usa para acertar alguém.

Imagem ilustrativa de articulação metacarpofalangeanas
A mão esquerda é cor castanho-púrpura com hematomas vermelhos acastanhados
Feridas superficiais no dedo 2º e 5º na mão esquerda
Ferida da pele na superfície palmar do 2º dedo 5 da mão esquerda
Não houve lesões internas. Quantidade de urina na bexiga cerca de 1000 cm 3. Causa da morte: hipotermia. Mais tarde, Yury Yudin testemunhará que a camisa de manga comprida encontrada no corpo de Igor Dyatlov era dele. Mas ele deu a Doroshenko, então ele estava partindo. Seria lógico assumir que Dyatlov obteve isso de um corpo congelado do Doroshenko depois que ele morreu.
ZINAIDA KOLMOGOROVA (22)
  
Uma jovem de 24 anos que estava no quarto ano de engenharia de rádio e tinha experiência em trilhas e escalações de montanhas, já tinha feito seis grandes viagens em lugares completamente selvagens e inóspitos. Tinha um espírito de aventura e trabalho em equipe uma vez foi mordida por uma cobra e mesmo assim não quis aliviar a carga para não prejudicar os companheiros. Era descrita como “o motor da universidade”, por estar sempre envolvida em alguma atividade. Estava sempre com muitas ideias e era querida por todos, sempre tratando as pessoas com respeito.
A Morte
  
Zinaida foi encontrada a 630 m do cedro, de frente para baixo, na direção da tenda. Ela estava melhor vestida do que os corpos debaixo do cedro. Ela tinha dois chapéus, camisola de manga comprida, camisola, camisa checa e outra suéter com manguito rasgado da manga direita. Não estava claro se os cortou ou foi rasgado por outra pessoa ou algumas coisa. As camisolas estavam de dentro para fora, o que não é incomum para os montanhistas quando tentam secar a roupa vestindo-os. Cintura para baixo, Zinaida estava usando calças esportivas de algodão, calças, calças de esqui com três pequenos orifícios na parte inferior da calça direita e três pares de meias. Dois pares eram finos, então o terceiro par era de lã com palmilhas dentro. Sem calçado. Em seus bolsos foram encontrados 5 rublos (dinheiro Russo) e uma máscara protetora de estilo militar no lado esquerdo do peito entre o suéter superior e a camisa verificada embaixo.
Pequena lesão vermelha escura na eminência frontal direita
Área cinza pálida 3x2 cm acima da sobrancelha direita
Pequenas lesões vermelha escura nas pálpebras superiores
Brown vermelho pasta na ponte e ponta do nariz
Numerosas abrasões na “buchecha” esquerda
Pele ferida no lado direito da face
Abrasão marrom-vermelha na parte de trás de ambas as mãos na área de articulações falangeas e inter-falangeas metacarpianas
Enrolado com bordas irregulares e falta de pele na parte de trás da mão direita na base do terceiro dedo
frostas nas falanges dos dedos
Um hematoma vermelho longo e brilhante de 29x6 cm na região lombar no lado direito do tronco. O hematoma parece ser resultado de uma pancada com um bastão
A quantidade de urina na bexiga é de 300 cm 3. Causas de morte: hipotermia por acidente violento. O exame médico mostra que Zinaida não era sexualmente ativa no momento da morte. Este fato é apenas relativo a avaliar a natureza do relacionamento entre Zinaida Kolmogorova e Igor Dyatlov.
YURI DOROSHENKO (21)  
              

                                                                                     
       
      Kolmogorova
Yuri Doroshenko, tinha 21 anos, era do estado de Oblast de Kursk (Oblast de Kursk é uma divisão federal da Russa. Tem cerca de 1 235 000 habitantes. A capital é a cidade de Kursk, área 29.800 km²).
Tinha dois irmãos. Quando a Segunda Guerra Mundial começou, a família toda teve que fugir dos alemães, mudando a fábrica da família para além dos Montes Urais. Seu pai era formado em uma universidade de Kiev, sofreu um ataque cardíaco em 1954 onde veio a falecer. Doroshenko se formou no Ensino Médio com as notas mais altas no ano seguinte. Ele manteve um relacionamento sério com Kolmogorova mas o relacionamento não perdurou; após o fim do relacionamento continuaram sendo bons amigos. Também tinha experiência com viagens assim, tendo liderado vários grupos nos Montes Urais em trilhas com diferentes dificuldades.
A Morte
   
Yuri Doroshenko tinha 180 cm de altura, membro mais robusto e mais alto do grupo. A aparência do falecido foi descrita como "marrom-roxo". Ele estava usando camisa de algodão sem mangas, camisa de manga curta com dois bolsos de peito vazios com todos os seis botões, shorts e calções de natação, calças de algodão azuis presas com dois botões - mal arrancados na parte frontal do lado direito com um grande orifício de 23 cm no comprimento e dentro da coxa do lado esquerdo com 13 cm de comprimento. Ele estava usando um conjunto diferente de meias de lã em ambos os pés, as meias no pé esquerdo foram queimadas. Sem sapatos. As manchas de Livor mortis (livor mortis representa os livores (palidez) cadavéricos, que surgem 20 a 45 minutos após a morte) estavam localizadas na parte de trás do pescoço, torso (Conjunto constituído pelas espáduas, pelo tórax e pela parte superior do abdome) e extremidades, o que não era consistente com a posição do corpo em que foi encontrada. Isso significa que o corpo foi movido algum tempo depois que o sangue parou de circular.
No cabelo do falecido perito encontraram partículas de musgo e agulhas de pinheiro; O cabelo é queimado no lado direito da cabeça
Orelha, nariz e lábios estão cobertos de sangue
Lábio superior inchado com hemorragia vermelha escura
Tecido macio de bússola direita coberto com espuma cinzenta; Líquido cinzento vindo da boca aberta. A causa mais aparente é o edema pulmonar.
Aurículas de orelha em cor azul-azulado; no lóbulo da orelha e nos remendos densos de tragus (Pequena cartilagem que fica um pouco acima do lóbulo da orelha).                        de cor marrom-vermelho
A superfície interna do ombro direito tem duas pequenas lesões 2x1.5 cm sem sangramento nos tecidos, dois cortes na pele
Axila direita teve uma hematoma 2x1,5 cm
Hemorragias marrom-vermelhas com tamanho 4x1 cm, 2.5x1.5 cm, 5x5 cm no terço superior do antebraço direito
Inchaço e pequenas abrasões na parte traseira da mão direita tecido macio
Hematoma com hemorragia no tecido mole subjacente na parte de trás da mão direita correspondente ao segundo osso metacarpiano
Os tecidos moles de ambas as mãos e as pontas dos dedos são especialmente roxo escuro; Todos os dedos das mãos e dos pés estão severamente gelados. Se Yuri Doroshenko tivesse sobrevivido, ele teria exigido uma amputação de todos os dedos.
Esta foto não é de Doroshenko, é somente para demonstrar o que pode fazer a hipotermia
Na superfície interna do ombro esquerdo na parte inferior do terceiro abrasão marrom-vermelho
Nas superfícies internas do cotovelo esquerdo abrasões(ralados) menores cor vermelha acastanhada
Na superfície interna do antebraço esquerdo, há uma pele superficial coberta de sangue seco
Hematomas semelhantes em cor vermelha pálida nas canelas de ambas as pernas
LYUDMILA DUBININA (20)
    
Lyudmila Dubinina, tinha 20 anos de idade, cursava o terceiro ano de Engenharia e Economia. Frequentava o clube turístico, gostava de cantar e fotografar. Várias fotos desta viagem foram registradas por ela. Certa vez, em uma expedição nas Montanhas Sayan em 1957, enquanto um colega limpava um rifle, acidentalmente baleou-a. Ela não só aguentou a dor como não reclamou a ninguém, o único comentário foi sobre a sensação de culpa por achar que tinha causado muitos problemas para o grupo.
A Morte
  
Lyudmila usava uma camisa de manga curta, camisa de manga comprida e duas blusas. O suéter marrom pertencia a Krivonischenko - um dos dois encontrados abaixo do cedro, e ultimamente testado radioativo. O corpo estava vestido com roupas íntimas, meias compridas, dois pares de calças. O par externo foi gravemente danificado pelo fogo e posteriormente rasgado. Ela também usava um chapéu pequeno e dois pares de meias quentes. Lyudmila aparentemente na última tentativa de preservar os pés dela tirou o suéter e cortou em dois pedaços. Uma metade, ela bateu em torno de seu pé esquerdo. Outra metade que ela deixou ou deixou cair sem querer na neve.
Os lenços macios estão faltando em torno dos olhos, das sobrancelhas, da ponte do nariz e do osso da bochecha esquerda parcialmente expostos
Tecidos danificados em torno do osso temporal (Osso temporal é um osso par que forma as laterais do crânio ou têmporas. É um osso irregular e situa-se ínfero-lateralmente a caixa craniana) esquerdo, tamanho 4x4 cm
Focos oculares estão vazios, estão ocultos os olhos
As cartilagens dos narizes estão quebradas e achatadas
Os tecidos moles do lábio superior estão ausentes, os dentes e o maxilar superior estão expostos
a língua está faltando
As costelas 2, 3, 4, 5 estão quebradas no lado direito, duas linhas de fratura são visíveis
As costelas 2, 3, 4, 5, 6, 7 estão quebradas no lado esquerdo, duas linhas de fratura são visíveis
Hemorragia maciça no átrio (São vasos que transportam o sangue do coração para os tecidos do corpo humano. Sua parede é relativamente espessa, formada por tecidos que lhe conferem certa elasticidade e contratibilidade) direito do coração
Hematoma no meio da coxa esquerda, tamanho 10x5 cm (não mostrado no diagrama)
Dubinina estava deitada em uma espécie de saliência natural com água rolando sobre ela. A boca dela estava aberta. Há afirmações de que a língua foi arrancada, ou comida, ou outras coisas. Os registros médicos simplesmente que "a língua está faltando". Foi descrito a ausência de músculo hipoglosso (O nervo hipoglosso ou grande hipoglosso constitui o décimo-segundo (XII) par de nervos cranianos. Inerva os músculos que movimentam a língua, sendo por isso, considerado como o nervo motor da língua), bem como os músculos do “chão da boca”.
Parece estranho, especialmente devido ao fato de órgãos anteriores terem autópsias mais detalhadas. Não existe uma explicação credível para essa afirmação vaga. Embora seja mencionado que o estômago continha cerca de 100 g de sangue coagulado. É usado por alguns como uma indicação de que o coração estava batendo e o sangue estava fluindo quando a língua foi removida da boca. A causa da morte é declarada como hemorragia no átrio direito do coração, costelas fraturadas múltiplas e sangramento interno.
O exame médico mostra que Lyuda não era sexualmente ativa no momento da morte. Este fato é apenas relativo ao fato de que quem praticou o crime não atacou sexualmente as meninas, nem os homens, de fato.
YURI KRIVONISCHENKO (23)
   
Nascido em 7 de fevereiro de 1935, Federação Russa, tinha 23 anos de idade.

Yuri é uma adaptação eslava do nome cristão George, que tem origem grega. Ele estudou construção e hidráulica na Universidade UPI, se formou em 1959. Ao trabalhar em Chelyabinsk - 40, uma instalação nuclear secreta, em 29 de setembro de 1957, ele experimentou um desastre que se tornou conhecido como Kushtumkoy Accident. Yuri (ou Georgiy) Krivonishenko estava entre as pessoas que foram enviadas para limpá-lo. Seu corpo foi encontrado com roupas que possuem traços de radioatividade. No entanto, sendo um engenheiro, Yuri tinha mais conhecimento sobre a radioatividade do que a maioria das pessoas na época e é altamente improvável que ele guardasse alguma das roupas que ele usava dois anos antes da viagem. Ele sempre estava procurando divertir seus amigos com piadas e gostava de tocar bandolim.
A MORTE
Seu corpo foi descoberto debaixo da árvore de cedro. Ele estava vestido com uma camiseta, camisa com mangas compridas, calças de natação, cuecas compridas e meia rasgada no pé esquerdo. Sem calçado.
Contusões na testa 0.3x1.8 cm
Sangramento difuso na região temporal e occipital devido ao dano ao músculo temporal
Hematoma em torno do osso temporal esquerdo
Falta a ponta do nariz, sem vestígios de sangue significando que foi mordido muito provavelmente por animais após a morte, o falecido foi encontrado virado para cima
Orelhas congeladas
A porção da epiderme da mão direita é encontrada na boca do falecido
A parte de trás da mão direita está inchada, os dedos são acastanhados-roxos
As pontas dos dedos na mão direita são de cor castanho escuro, pequenas abrasões cutâneas no tecido mole
Palma da mão direita cor azul azulado, pele marrom escuro com bordas irregulares na base do polegar
Na falange média dos dedos 4-5 ferida cutânea com bordas duras e superfície carbonizada
Desprendimento da epiderme de 2 cm na parte de trás da mão esquerda
Arranhão em cor vermelha pálida no lado direito do tórax 7x2 cm e 2x1.2 cm
Abrasões vermelhas pálidas ao longo da linha clavicular média na borda da costela do hipocôndrio direito
Abrasões vermelhas escuras no pulso esquerdo, a parte de trás da mão esquerda está inchada
Hematoma rosa e marrom-vermelho na nádega esquerda 10x3 cm
Três lesões cutâneas lineares com bordas retas, cantos afiados e profundidade de até 0,3 cm no lado interno do terço superior da coxa esquerda
Três feridas cutâneas com cantos afiados no lado interno do terço superior do quadril esquerdo
Abrasão marrom-escura na parte frontal do fêmur direito e da tíbia
Abrasões castanho-vermelhas escuras na coxa esquerda frontal interna
Edema na perna esquerda e pé, queimadura na superfície externa da perna do tamanho de 31x10 cm.
Remendos na área de 10x4 cm de epiderme vermelho-marrom descascando da parte de trás do pé esquerdo, o dedo do pé ao lado está carbonizado até a cor marrom escuro e o tecido é denso ao toque
A quantidade de urina na bexiga foi de 500 cm 3. Causa da morte: hipotermia. A presença de pele entre os dentes arrancados de sua mão poderia sugerir que Krivonischenko tentasse ficar na árvore de cedro enquanto ele pudesse e tentou despertar suas mãos congeladas mordendo-as, ou ele estava tentando sufocar um grito.
ALEXANDER KOLEVATOV (24)
         
Alexander, ou Sasha, Kolevatov, tinha 24 anos de idade, estava no quarto ano de Física e já era formado na Universidade de Mineração e Metalurgia em Metalurgia de Metais Pesados Não-ferrosos. Era um bom aluno e trabalhou em Moscou secretamente no Ministério de Construção de Máquinas Médias, chamado apenas pelo número serial I 3394, e no Instituto de Pesquisas de Materiais Inorgânicos, envolvido na produção de materiais para a indústria nuclear em 1956 voltou para Sverdlovsk e entrou para o IPU. Era metódico, inteligente e tinha as característica necessárias de um líder.
A Morte 
  


O corpo de Aleksander Kolevatov estava bem isolado, mas faltava um chapéu e sapatos. Seu tronco superior estava protegido por uma camisa sem mangas, camisa de manga comprida, suéter, suéter de lã e jaqueta de esqui com zíper e botões. O casaco de esqui foi danificado. Um grande orifício na manga esquerda tinha bordas queimadas e medido 25x12x13 cm. Sua manga direita também estava danificada. Várias lágrimas de 7-8 cm foram encontradas. A jaqueta estava desabotoada e descompactada. Uma descoberta estranha para quem estava supostamente morrendo de frio e hipotermia. Durante a autópsia, os objetos seguintes foram recuperados dos bolsos: chave, pino de segurança, algum papel em branco (provavelmente para manter um registro de seus pensamentos ou eventos) e dois pacotes de pílulas (soda e codeína).
A parte inferior do corpo tinha calções curtos, calças leves, calças de esqui e outro par de calças de lona. Do bolso direito, os médicos recuperaram uma caixa de fósforos molhada. Seus pés, como foi mencionado, não tinham sapatos, mas eles eram protegidos por meias de lã de malha com visões de dano de fogo. Seu pé direito também foi protegido por uma meia leve embaixo de uma lã. Seu pé esquerdo tinha meias semelhantes. Além disso, uma atadura foi descoberta no tornozelo esquerdo, mas provavelmente foi colocada antes do incidente da passagem Dyatlov desde que o grupo deixou seu kit de primeiros socorros na tenda.
O cinto de sua camisola e as partes inferiores de suas calças continham índice de radiação
Falta de tecidos moles em torno dos olhos, sobrancelhas faltam, os ossos do crânio estão expostos
Nariz quebrado
Ferida aberta atrás da orelha, tamanho 3x1,5 cm
Pescoço deformado
Sangramento difuso nos tecidos subjacentes do joelho esquerdo (não mostrado no diagrama)
Suave e branqueada (maceração) dos dedos e dos pés, o sinal consistiu na putrefação em um ambiente úmido
A pele geral tinha uma cor verde cinza com um tom de roxo
Esta autópsia teve silêncio semelhante sobre os feridos da vítima. Nariz quebrado, ferida aberta por trás da orelha e pescoço deformado pode ser o resultado de uma briga e ser causa de morte. Por outro lado, poderia ter sido causada por elementos naturais, uma vez que o corpo estava exposto à natureza por três meses inteiros. No entanto, o médico ignora esse assunto e não tenta explicar o motivo dessas estranhas lesões. Provavelmente devemos acrescentar que o pescoço quebradiço e o golpe atrás da orelha são um sinal comum de morte realizada por forças especiais. No entanto, não podemos ter certeza sobre isso, uma vez que o relatório de autópsia não especificou mais detalhes sobre o corpo. Ficamos adivinhando a natureza e a origem dessas lesões.
RUSTEM VLADIMIROVICH SLOBODIN (RUSTIK)
    
Rustem Slobodín, nascido em 1936, era graduado pelo UPI e participou durante alguns anos de caminhadas em vários graus de dificuldade. Ele era, sem dúvida, um explorador experiente. Um jovem muito atlético, ativo e resistente, se apaixonara pelas corridas de longa distância. Também tocava perfeitamente o bandolim, instrumento que levou na caminhada.    
A Morte
     
O corpo de Rustem foi encontrado a 480 m do cedro em 5 de março, dia após a autópsia dos quatro primeiros corpos, coberto com aproximadamente 12 a 15 cm de neve, de frente para baixo, em direção à barraca. Ele estava melhor vestido que os outros do grupo que foram encontrados anteriormente. Ele usava uma camisola (camisa grande) de manga comprida, camisa, suéter, dois pares de calças, quatro pares de meias e uma bota de feltro (Valenka) no pé direito. Seu relógio parou às 8:45 da manhã. No peito sob a camisola havia duas palmilhas de sapatos, no bolso da camisa - 310 rublos e seu passaporte. Em outros bolsos havia uma pequena faca de bolso dobrável (canifão), lápis, caneta, pente em uma manga de plástico, caixa de fósforos com 48 palitos e uma meia de algodão. Sua autópsia foi realizada em 8 de março por Vozrozhdenny sozinho.
Hemorragias nos músculos temporais
Pequenas abrasões vermelhas acastanhadas na testa
Dois arranhões são de 1,5 cm de comprimento na distância de 0,3 cm entre eles
Hematoma vermelho acastanhado na parte superior da pálpebra do olho direito com hemorragia nos tecidos subjacentes
Vestígios de secreção sanguínea do nariz
Inchaço e muita abrasão (ralados) em ambos os lados do rosto
Contusões nas articulações metacarpofalângicas em ambas as mãos. Hematomas semelhantes são comuns no combate à mão
Hemorragias de cerejeira marrom no aspecto medial do braço esquerdo e palma esquerda
Lábios inchados
Contusões na tíbia esquerda em dimensões de 2,5x1,5 cm (não mostrado no diagrama)
Foto ilustrativa para mostrar tíbia
A epiderme é rasgada do antebraço direito (não mostrado no diagrama)
Fratura do osso frontal 6x0.1 cm localizado a 1,5 cm da sutura sagital (mostrando diagrama separado do trauma craniano sem números)
Foto ilustrativa para mostrar sutura sagital
Boris Alekseevich Vozrozhdenny sugeriu que a fratura em seu crânio poderia ser feita com algum objeto fechado estrangeiro. A autópsia médica afirma ainda que Slobodin provavelmente sofreu perda de coordenação devido ao choque inicial logo após o golpe que poderia acelerar sua morte por hipotermia. No entanto, a conclusão é previsivelmente cuidadosa. A morte de Rustem Slobodin é julgada como resultado da hipotermia. Todas as contusões e arranhões foram atribuídos à agonia do último minuto. Embora ainda seja um pouco obscuro, como ele conseguiu prejudicar suas mãos e pernas externas. Quando a pessoa cai mesmo em um estado irracional, geralmente são as palmeiras que sofrem tanto quanto os aspectos mediais das pernas. A lesão na cabeça é menos comum, especialmente as bilaterais. Também é incomum prejudicar o rosto e os lados do crânio, enquanto a parte de trás da cabeça não tem nenhum dano. No caso do corpo de Slobodin, vemos o contrário. Seu padrão de lesão é um reverso do que costumamos ver nos ferimentos sofridos por um homem congelante nos últimos minutos de sua vida. Parece que Rustem caiu repetidamente em seu rosto enquanto caminhava pela montanha. E toda vez que ele caiu ele conseguiu bater nos lados da sua cabeça. Isso é incomum para um homem que provavelmente estava em uma forma física melhor do que qualquer outra pessoa no grupo. Mesmo uma longa viagem de esqui dificilmente poderia ser responsável por essa suposta "torpeza". O corpo de Rustem era o único com cama gelada sob o endurecimento da neve descongelada. Isso significa que o corpo caiu quando relativamente quente e houve uma troca de calor notável no meio ambiente. Seu padrão de lesão é um reverso do que costumamos ver nos ferimentos sofridos por um homem congelante nos últimos minutos de sua vida. Parece que Rustem caiu repetidamente em seu rosto enquanto caminhava pela montanha. E toda vez que ele caiu ele conseguiu bater nos lados da sua cabeça. Isso é incomum para um homem que provavelmente estava em uma forma física melhor do que qualquer outra pessoa no grupo. Mesmo uma longa viagem de esqui dificilmente poderia ser responsável por essa suposta "torpeza". O corpo de Rustem era o único com cama gelada sob o endurecimento da neve descongelada. Isso significa que o corpo caiu quando relativamente quente e houve uma troca de calor notável no meio ambiente. Seu padrão de lesão é um reverso do que costumamos ver nos ferimentos sofridos por um homem congelante nos últimos minutos de sua vida. Parece que Rustem caiu repetidamente em seu rosto enquanto caminhava pela montanha. E toda vez que ele caiu ele conseguiu bater nos lados da sua cabeça. Isso é incomum para um homem que provavelmente estava em uma forma física melhor do que qualquer outra pessoa no grupo. Mesmo uma longa viagem de esqui dificilmente poderia ser responsável por essa suposta "torpeza".  O corpo de Rustem era o único com cama gelada sob o endurecimento da neve descongelada. Isso significa que o corpo caiu quando relativamente quente e houve uma troca de calor notável no meio ambiente.
Em Doroshenko, Kolmogorova e Slobodin, os pontos vivos do mortis estavam na superfície superior do corpo. Isso permite especulações de que os corpos foram movidos (virados) após a morte deles. Esta descoberta é controversa.
             NIKOLAI THIBEAUX-BRIGNOLLES (23)
    

Nicolai, ou Kolya, Thibeaux-Brignolles, tinha 24 anos de idade, nasceu em um campo de concentração para prisioneiros políticos, em 1958 formou-se em Engenharia Civil. Seu pai, comunista francês, foi executado nos anos de Stalin. Tinha muita energia, bom humor e caráter amigável. Todos o conheciam, acampavam com ele e diziam que possuía uma senso de cuidado para com os membros do grupo. Ele costumava ajudar os mais jovens ou mais fracos a carregar as coisas e arrumava suas mochilas para reduzir o desconforto e as dores. Yuri Yudin, um membro do grupo que teve que retornar no início da viagem, disse que Thibeaux-Brignolles havia o ajudado em sua primeira grande viagem pela floresta siberiana. Thibeaux-Brignolles prometeu à sua mãe que esta seria sua última viagem dessas.
A Morte
Nikolay Thibeaux-Brignolles estava bem protegido contra a frieza do inverno siberiano. Sugeriu-se que ele e Zolotarev poderiam estar fora da barraca no momento em que a ameaça misteriosa os atingia. Isso explica por que ambos os turistas usavam sapatos e eram cobertos por várias camadas de roupas. Ambos os homens estavam bem preparados do que o resto do grupo quando foram forçados a abandonar sua barraca.
Nikolay usava um chapéu de pele de lona e um chapéu de lã de malha em casa. O corpo superior estava protegido da frieza por camisa, suéter de lã desgastado de dentro para fora e um casaco de peles em uma pele de carneiro. Luvas de lã foram encontradas no bolso direito junto com três moedas, pentes e vários pedaços de papel. Parte inferior do corpo estava protegida por cuecas, calças de suor, calças de algodão e calças de esqui. Em seus pés, usava meias de lã tricotadas à mão e um par de botas de feltro (valenki), sapatos de inverno russos perfeitos para a frieza da Sibéria.
Além disso, Nikolay Thibeaux-Brignolles usava dois relógios no braço esquerdo. Um parou às 8:14 e outro às 8:39. As manchas cadavéricas foram descobertas na parte de trás do corpo superior, pescoço e extremidades superiores. Comprimento da barba até 1cm.
                                                 
Foto para ilustrar manchas cadavéricas não é a foto de NIKOLAI THIBEAUX-BRIGNOLLES
Fraturas múltiplas para o osso temporal, com extensões nos ossos frontal e esfenóide, o close up das fraturas ao crânio é mostrado na figura
Contusões no lábio superior do lado esquerdo
Hemorragia no antebraço inferior, tamanho 10x12 cm
Vozrozhdenny, que realizou a autópsia, excluiu a queda acidental na rocha como uma possível causa de uma fratura tão grande e incomum.
Que tipo de força poderia ter causado tantos danos?
Na conclusão, mostra-se que o dano à cabeça de Tibo poderia ter sido o resultado do lançamento, queda ou descarte do corpo. Eu não acredito que essas feridas poderiam ter sido o resultado de Tibo simplesmente cair do nível de sua própria altura, ou seja, cair e bater em sua cabeça. A fratura extensa, deprimida, multi-estilhaçada (fornix e base do crânio) pode ser o resultado de um impacto de um automóvel movendo-se em alta velocidade. Esse tipo de trauma poderia ter ocorrido se Nicolai tivesse sido jogado e caído e atingido sua cabeça contra rochas, gelo, etc., por uma rajada de vento forte.É possível que Nicolai tenha sido atingido por uma pedra que estava nas mãos de alguém?
Neste caso, haveria danos nos tecidos moles, e isso não era evidente. Quanto tempo poderia Nicolai ter vivido após o trauma. Ele poderia ter se movido sozinho, falado, etc?
Após este trauma, Nicolai teria sofrido uma grave contusão; ou seja, ele teria entrado em um estado inconsciente. Movê-lo teria sido difícil e, perto do fim, o movimento não teria sido possível. Eu acredito que ele não teria sido capaz de se mover, mesmo que ele tivesse sido ajudado. Ele só poderia ter sido transportado ou arrastado. Ele poderia ter mostrado sinais de vida por 2-3 horas.
Semyon Zolotaryov
   

Semyon Zolotaryov, cossaco tinha 38 anos, serviu de 1941 a 1946 sobreviveu à Grande Guerra Patriótica, sendo que a taxa de sobrevivência da geração 1921-1922 era de 3%. Recebeu quatro medalhas, incluindo a Ordem da Estrela Vermelha. Zolotarev foi uma grande incógnita para os pesquisadores do Incidente. Apresentou-se como Alexander para o grupo e escondia várias tatuagens pelo corpo. Sua biografia era misteriosa e levantaram muitas dúvidas.
A Morte
 
O globo ocular foi arrancado
Falta de tecidos moles ao redor da sobrancelha esquerda, tamanho 7x6 cm, o osso está exposto
Ferida no lado direito do crânio com osso exposto, tamanho 8x6 cm
Costelas quebradas 2, 3, 4, 5, 6 no lado direito, duas linhas de fratura
O corpo de Semyon Zolotaryov foi encontrado no Dyatlov Pass com dois chapéus, cachecol, camisa de manga curta, manga preta e um casaco com dois botões superiores desabotoados. Era bastante claro que o cara não morreu pelo frio. Pelo contrário, a guarida era um lugar muito acolhedor para ele. Sua parte inferior do corpo estava protegida por roupas íntimas, dois pares de calças e um par de calças de esqui. Ele tinha uma cópia de jornais, várias moedas, bússolas e outros itens. Suas pernas estavam protegidas por um par de meias e um par de calçados feitos à mão de couro quente conhecidos como "burka". Eles provavelmente não poderiam mantê-lo aquecido por um longo tempo, mas na guarida foi suficiente para manter o homem vivo. Além disso, o corpo de Zolotaryov tinha uma câmera em volta do pescoço, como é claramente visto nas fotos. De acordo com o boato que esta câmera se tornou uma completa surpresa para Yuri Yudin. Que ele assumiu que o grupo tinha apenas quatro câmeras encontradas na barraca. E, de repente, uma quinta câmera apareceu. Infelizmente, a água derretida danificou o filme. Mas a questão ainda perdura. Por que Zolotaryov deixou a tenda com a câmera e por que ele levou duas câmeras para a viagem? Um foi usado diariamente e todos viram isso. Foi deixado na tenda e descoberto lá pelo grupo de busca, mas outro foi escondido ao longo da viagem e foi encontrado apenas depois que Semen Zolotarev morreu. O filme foi danificado pela água, então a questão permanece: "O que foi tão importante que ele capturou na encosta da montanha naquele dia?" Ele também foi encontrado segurando uma caneta em uma mão e um bloco de notas pequeno no outro, mas morreu, antes que ele pudesse escrever qualquer coisa.
Tanto Zolotarev quanto Dubinina têm um padrão interessante de lesões. Eles são muito semelhantes em direção e força, apesar da diferença de forma, altura e composição corporal dos dois. Isso sugeriria que o que quer que causasse essas lesões não fosse um único evento uniforme.
Еxcerpt do interrogatório de perito forense do Bureau Regional de Investigação Forense Boris Vozrozhdenny liderado por Júnior Conselheiro de Justiça e Procuradoria penal da região de Sverdlovsk, Lev Ivanov, em 28 de maio de 1959:
Como é possível explicar a causa do dano a Dubinina e Zolotariov? É possível combiná-los em uma única causa?
Eu acho que o caráter das feridas em Dubinina e Zolotariov - uma fratura multi-estilhaçada das costelas - em Dubinina eram bilaterais e simétricas, e em Zolotariov eram unilaterais. Ambos tiveram hemorragia no músculo cardíaco com hemorragia na cavidade pleural, o que evidencia que eles estão vivos [quando feridos] e é o resultado da ação de uma grande força, semelhante ao exemplo usado para Nikolai. Essas feridas, especialmente aparecendo de forma tal sem qualquer dano ao tecido mole do tórax, são muito parecidas com o tipo de trauma resultante da onda de choque de uma bomba.
Quanto tempo poderia Dubinina e Zolotariov ter vivido?
Dubinina morreu 10-20 minutos após o trauma. Ela poderia estar consciente. Às vezes, acontece que uma pessoa com uma ferida no coração (por exemplo, uma ferida de faca séria) pode conversar, correr e pedir ajuda. A situação de Dubinina foi um choque traumático complicado resultante da fratura de costela bilateral, com subseqüente hemorragia interna na cavidade pleural. Zolotariov poderia ter vivido mais tempo. Deve ser levado em consideração que todos eles foram treinados, fisicamente em forma e eram pessoas fortes
Yuri Yudin
Yuri Yudin, falecido em 27 de abril de 2013, na ocasião estava no quarto ano de seu curso e deixou a expedição por fortes dores nas costas pois havia machucado na viagem anterior.
Vladimir L. Shunin costumava estar nas viagens do grupo mas não pode estar nesta. Sua descrição dos amigos deixa transparecer um patriotismo típico da época, comum aos outros membros do grupo.
25 de janeiro de 1959
Era 25 de janeiro de 1959, dez esquiadores, exploradores experientes da antiga União Soviética se reuniram ao norte das montanhas do Ural para participar de uma expedição de 14 dias que prometia ser divertida ao esquiar pelos montes através de uma rota conhecida.

A Expedição 
Todos eram experientes em viagens longas de esqui e expedições montanhosas. O objetivo era chagar a Otorten cuja a tradução é “Não vá lá”, uma montanha a 10 quilômetros do local do ocorrido. Era uma mais difícil por isso era considerada de categoria 3. Todos do grupo eram experientes em viagens longas de esqui e expedições montanhosas
O cronograma feito pela equipe para a expedição: Acampar no povoado de Vizhai (Concluído)
  1.  O primeiro destino era a montanha Gora Otorten (N ° 61 51′ 39 ‘ E 59 ° 21′ 54’) (Montaram acampamento e morreram em 01/02/1958)
  2.  Depois iriam viajar mais de 160 quilômetros ao sul, ao longo da crista principal dos montes Urais, o pico de Ojkachahl. (Não Finalizado)
  3. Continuariam para o norte ao longo do Rio Toshemka, a leste da cidade de Vizhai. (Não Finalizado)
  4. A data prevista de retorno era 11 de fevereiro. Depois de ter alcançado o acampamento de Vizhai, tinham programado enviar telegramas para os seus familiares anunciando o sucesso da missão.  (Não Finalizado)
O grupo chegou a Ivdel, no Oblast de Sverdlovsk, em 25 de janeiro e foram de caminhão até Vijei, a última parada habitada ao norte. Começaram a caminhada de lá em 27 de janeiro. No dia seguinte, Yuri Yudin voltou.
Diários e câmeras encontrados próximos ao último acampamento tornaram possível estabelecer a rota do grupo no dia anterior ao incidente. As fotografias mostram que estavam relaxados e animados, prontos para encarar as condições difíceis do ambiente.
                          
Em 31 de janeiro, o grupo chegou ao limite de uma área montanhosa e começaram a se preparar para escalar. Em um vale arborizado, eles esconderam alimentos extras e equipamentos que seriam utilizados na volta.
No dia seguinte, os alpinistas começaram a atravessar a passagem. Aparentemente, planejavam montar acampamento para a noite seguinte no lado oposto, mas pela piora nas condições climáticas, tempestades de neve e visibilidade reduzida, eles perderam o rumo e se desviaram para oeste, subindo em direção ao topo da montanha Kholat Syakhl.
Ao perceber o erro, decidiram parar e acampar na ladeira da montanha ao invés de descer 1,5 km até uma área de floresta que teria oferecido proteção contra o clima. Yudin supôs que Dyatlov não queria perder a altitude que haviam ganhado ou que decidiu praticar acampar na ladeira da montanha.
 
Segundo documentos oficiais, análises das fotos sugerem que a montagem da barraca começou por volta das 5 da tarde de 1º de fevereiro.
Foi combinado previamente que Dyatlov enviaria um telegrama ao clube esportivo do IPU assim que o grupo retornasse a Vijei – o que deveria acontecer até 12 de fevereiro. Dyatlov disse a Yudin que poderiam demorar mais, atrasos de alguns dias eram comuns nestas expedições. Assim, quando a data passou e nenhuma mensagem chegou, não houve reação. Um grupo de alpinistas que retornou da região em meados de fevereiro informou ter visto uma grande tempestade de neve na região onde o grupo de Dyatlov estava. Lev Semenovich Gordo, chefe do clube, chegou a mentir que recebeu um telegrama de Dyatlov para acalmar os pais de Dubinina e Kolevatov.
Os parentes dos viajantes exigiram uma operação de resgate para o chefe local do partido comunista. Temendo publicidade negativa, ações foram tomadas. O chefe do departamento militar do IPU, Coronel Georgy Semenovich Ortyukov, liderou as equipes de busca e salvamento. Muitos professores e estudantes se voluntariaram. Os primeiros grupos partiram em 20 de fevereiro. Até caçadores mansi se voluntariaram para ajudar.
Depois, o exército e a polícia se envolveram, com aviões e helicópteros.
Pelo menos três helicópteros participaram das buscas, sendo um deles civil. A URSS raramente mostrava tanta dedicação na busca de turistas comuns e, segundo algumas pessoas, o empenho se deu pelos laços de um ou mais alpinistas com a KGB. É claro que o fato de que a viagem era dedicada ao Congresso Comunista em Moscou – e tinha certo grau de motivação política – fez as autoridades investirem na busca.
       
No dia 23, o grupo de buscas de Boris Slobcov foi deixado próximo a Otorten.
No dia seguinte, chegaram ao topo da montanha e concluíram que o grupo de Dyatlov nunca chegara ali.
Abaixo vemos a equipe de resgate que localizou o paradeiro do acampamento dos estudantes.
  


No dia 25, o grupo de Slobcov encontrou rastros que presumiram ser dos estudantes. No dia seguinte, foi encontrara a barraca abandonada e avariada na Montanha dos Mortos. Mikhail Sharavin, estudante que a encontrou, disse que “a tenda estava meio virada e coberta com neve. Estava vazia e todos os pertences e calçados do grupo foram deixados para trás”. Investigadores disseram que a tenda foi aberta com um corte de dentro para fora.
Cortes feitos na barraca, Imagens no relatório oficial mostrando os cortes.
  


Relatório oficial da barraca: Abaixo temos o relatório oficial da barraca mostrando que apesar da lona ser grossa, o grupo não se preocupou em cortar a parte mais frágil, ou seja, nas costuras, mas sim cortaram em qualquer lugar, o que indica que estivessem apavorados.
Na tenda, Slobcov encontrou uma lanterna de fabricação chinesa sobre uma cobertura de 5 a 10 cm de neve, mas sem neve sobre si. Ele testou-a e ela funcionou perfeitamente.
                                                
Segundo o relatório oficial, a barraca estava a 300 metros do topo da montanha 1079 (termo oficial que designa a Montanha dos Mortos), em seu barranco nordeste, inclinado 30°. O chão da barraca era nivelado por neve e tinha oito pares de esquis para suportá-la. A tenda estava esticada pelos polos e fixada por cordas.
No chão, foram encontradas nove mochilas com vários itens pessoais, casacos, capas de chuva, nove pares de sapato, calças masculinas, três pares de botas, casacos de pele, meias, gorros, capas de esqui, utensílios, baldes, o forno construído por Dyatlov, um machado, uma serra, biscoitos em duas bolsas, leite condensado, açúcar, concentrados, cadernos, um itinerário, três câmeras e acessórios fotográficos, documentos e muitos outros itens pequenos.
Como não esperavam encontrar os estudantes mortos, não houve grande preocupação em preservar e registrar as pegadas no local. Julgando pelos relatos do grupo de buscas e do fotógrafo que fez as imagens após a chegada do grupo, havia uma cadeia de oito ou nove pegadas deixadas por pessoas diferentes com meias, um único sapato e descalças. Elas puderam ser seguidas descendo a ladeira e chegando à margem de um bosque próximo no lado oposto da passagem, 1,5 km a nordeste, mas depois de 500 metros, elas estavam cobertas por neve.
                      
Algumas pessoas foram às pressas para o acampamento montado no pé da montanha. Nativos mansi se juntaram ao grupo, assim como Egor S. Nevolin, operador de rádio. Às 18h, informaram por rádio as descobertas e o IPU respondeu que um grande grupo seria levado de helicóptero até o local com duas barracas militares grandes. Um detetive e o Coronel Ortyukov também se uniriam ao grupo.
Várias pessoas começaram a fazer o jantar enquanto o resto tentava encontrar pistas. Encontraram 710 rublas e passagens de trem para o grupo todo e interpretaram como bom sinal.
Rublas (dinheiro)
No jantar, Slobcov propôs um brinde à saúde dos amigos e expressou esperança em encontrá-los logo. Um dos locais, Ivan Paschin, estava menos otimista e sugeriu que deveriam brindar pelos mortos. Ele quase foi agredido por sua atitude pessimista. Ainda não viam a possibilidade de que o grupo de jovens pudesse ter sobrevivido na neve da Sibéria.
Encontrados na manhã seguinte, Yury Koptelov e Sharavin procuravam por um novo local para o acampamento, explorando o vale do rio Lozva.
Na margem da floresta, um local parecia promissor. O vento soprava constantemente ali e não deixava a neve se acumular. Ao se aproximar, eles pararam espantados. Sob um grande cedro antigo, encontraram os restos de uma fogueira e os dois primeiros corpos: Yuri Krivonischenko e Yuri Doroshenko, sem calçados e vestidos apenas com as roupas de baixo.
                        
Os galhos estavam quebrados até 5 metros de altura, sugerindo que pelo menos um deles escalou para observar algo, talvez o acampamento. Posteriormente, descobriu-se restos de pele e sangue humanos alojados nas fendas das cascas da árvore.
O promotor de Ivdel Vasily Ivanovich Tempalov descobriu outro corpo a 300 metros do cedro e os estudantes o reconheceram rapidamente como Igor Dyatlov. Os caçadores mansi começaram a explorar a região da montanha com cães e logo encontraram o corpo de Zina Kolmogorova, a 480 metros da árvore. Eles estavam em uma linha direta entre a árvore e a barraca e a posição dos corpos indicava que estavam tentando voltar para a tenda.
Enquanto isso, os objetos eram removidos da barraca sem nenhuma ordem, fotografias ou presença de um representante da lei. Os estudantes simplesmente removeram os objetos e tentaram organizar os pertences por dono. Podemos entender o desejo deles de devolver os pertences às famílias, mas isso prejudicou as pesquisas. Há apenas poucos relatos das pessoas que tomaram essas ações e alguns são conflitantes. Aparentemente, o grupo estava prestes a fazer uma refeição.
Na semana seguinte, foi encontrada outra lanterna chinesa no vale do rio Lozva. As baterias estavam gastas, mas ela estava com a chave na posição ligada.
Em 2 de março, três estudantes e dois mansi encontraram o que as provisões deixadas pelo grupo de Dyatlov para o retorno: comida e equipamentos para carregar a carga (55 kg). Também estavam lá o bandolim de Rustem Slodobin, algumas roupas, sapatos de esqui e um par de esquis. No dia seguinte, a maioria dos estudantes abandonou as buscas para retornar aos estudos.
O corpo de Slobodin foi encontrado na linha entre o cedro e a barraca em 5 de março. Ele estava entre Dyatlov e Kolmogorova e era o único que estava relativamente quente ao cair. O calor de sua cabeça derreteu a neve próxima que congelou novamente sob seu corpo.
Em 31 de março, o grupo de voluntários viu estranhos orbes laranjas pulsando no céu. Aconteceu bem cedo, enquanto ainda estava escuro. Viktor Mescheryakov, voluntário, que ficou de guarda naquela noite deixou a barraca e viu uma grande esfera pulsante no céu. Ele acordou todo mundo. Assistimos a este orbe (ou disco) por cerca de 20 minutos até desaparecer atrás da montanha. Nós o vimos à direção sudoeste de nossa barraca. Estava se movendo rumo ao norte. Este acontecimento assustou todos. Temos certeza de que este acontecimento está de alguma forma envolvido na morte do grupo de Dyatlov”, relatou Valentin Yakimenko.
ORBs
Orb, para a ciência nada mais é do que partículas suspensas no ar, como poeira, umidade, pó de carvão etc. Não importa a foto. Não se trata de uma sigla, mas sim de uma palavra em inglês, que significa corpo, ou objeto esférico, geralmente luminoso. Para os exotéricos: os orbs são um aspecto de energia manifestado no plano físico e por vezes, tornam-se acessíveis aos nossos olhos, mas em norma são captados pelas máquinas fotográficas, podendo assumir formas distintas e até muito interessantes. Eles aparecem-nos para nos enviar mensagens, nos transmitir energia e ajudar, mas por vezes pensamos que podem ser efeitos de luz feitos pela máquina, mas o mesmo já foi comprovado que realmente são energias, que em normas são elementais, frequências de mestres, anjos e arcanjos.
Ou objetos, alienígenas, não tripulados que escaneiam, verificam e coletam informações para uma nave mãe extraterrestre.
                         
Foto para ilustrar Orbs, não são os supostos orbs avistados pelos voluntários
Os outros quatro foram encontrados em 4 de maio
         
Os outros quatro foram encontrados em 4 de maio sob 4 metros de neve em um barranco floresta adentro, a 75 metros da árvore. Estes quatro estavam melhor vestidos que os outros, havendo sinais de que os que morreram primeiro cederam roupas a eles. Zolotarev estava vestindo o casaco de pele falsa e o gorro de Dubinina, enquanto que os pés dela estavam envoltos em um pedaço das calças de lã de Krivonischenko.
Ainda não está totalmente claro se eles caíram em uma garganta (espécie de buraco) ou se cavaram um buraco para se abrigar do vento. Galhos de cedro estavam dispostos de forma a minimizar o contato das pessoas com a neve. Nos galhos, havia roupas retiradas dos corpos que foram encontrados na árvore.
O que é Hipotermia, quais os sintomas? Teriam todos os jovens morridos de hipotermia? Vamos entender um pouquinho de hipotermia.
A hipotermia é uma temperatura corporal anormalmente baixa. As pessoas idosas ou as muito jovens são as mais vulneráveis. Estão particularmente expostos os que vivem sós e permanecem sentados durante horas ou dias num ambiente muito frio, pois lentamente começam a sentir confusão e debilidade. Metade dos idosos que sofrem de hipotermia morrem antes ou pouco depois de terem sido encontrados. De qualquer modo, nem sequer as pessoas jovens, fortes e saudáveis são imunes à hipotermia. A hipotermia ocorre quando o corpo perde calor mais rapidamente do que leva a queimar energia para o repor. O ar frio ou o vento podem fazer perder o calor do corpo por convecção (A radiação é a perda ou ganho de calor na forma de raios infravermelhos). O corpo humano simultaneamente emite e recebe calor na forma de radiação. Quando a temperatura do corpo é maior que a temperatura do ambiente, uma maior quantidade de calor é emitida do corpo para o ambiente do que do ambiente para o corpo). Permanecer sentado ou imóvel durante bastante tempo sobre o solo frio ou sobre uma superfície metálica, ou então com a roupa molhada, faz com que o calor do corpo passe para a superfície mais fria por condução. O calor pode perder-se através da pele exposta, sobretudo da cabeça, através da irradiação e da evaporação do suor
Lesões produzidas pelo frio: A pele e os tecidos que se encontram sob a mesma mantêm-se a uma temperatura constante graças ao sangue que circula por eles.
                          
                          
A temperatura do sangue deve-se ao calor proveniente da energia libertada pelas células quando queimam alimentos (um processo que requer um fornecimento estável de alimentos e de oxigénio). A temperatura corporal baixa quando a pele é exposta a um ambiente mais frio, o qual aumenta a perda de calor quando o sangue não pode fluir com normalidade ou quando diminui o fornecimento de alimentos e de oxigénio. O risco de sofrer lesões pelo frio aumenta quando a nutrição é inadequada ou a quantidade de oxigénio é insuficiente, como ocorre nas grandes altitudes. As lesões que o frio provoca, normalmente, não se manifestam, nem sequer em climas extremamente frios, se a pele, os dedos das mãos e dos pés, as orelhas e o nariz estiverem bem protegidos e não ficarem expostos ao ar durante muito tempo. Quando a exposição é mais prolongada, o organismo estreita automaticamente os pequenos vasos sanguíneos da pele e dos dedos das mãos e dos pés, das orelhas e do nariz para canalizar mais sangue para os órgãos vitais como o coração e o cérebro. No entanto, esta medida de autoproteção tem um preço: como estas partes do corpo recebem menos sangue quente, congelam com maior rapidez.
                              
Os sintomas de hipotermia pode progredir lentamente e as pessoas muitas vezes não estão conscientes de que precisam de ajuda médica. As fases podem incluir: Sensação de frio pele fria e pálida tremendo Perda de concentração, dificuldade de julgamento. A perda de controle sobre a coordenação motora fina – por exemplo, os músculos dos dedos Sonolência Letargia Confusão, irritabilidade tontura, dificuldade em respirar, perda da coordenação física, desequilíbrio em pé, tremedeira, eventualmente fala arrastada, dificuldade na fala, respiração lenta, pupilas dilatadas, coma e Morte.
Teorias das Mortes
KGB (Comité de Segurança do Estado). A KGB poderia ter assassinado os alpinistas? Alguns membros do grupo pertenciam a KGB?
O KGB (Comité de Segurança do Estado), surgiu com o final da segunda guerra mundial, no período da Guerra Fria, com o colapso do então serviço secreto NKVD, apesar de suas origens remontarem a antes da Revolução de 1917, quando Félix Dzerjinsky fundou o grupo paramilitar denominado Tcheka — a instituição que seria a matriz de todos os serviços secretos da URSS.
O KGB era uma política secreta e política que não tinha equivalente no mundo, porque se situava num nível completamente diferente dos outros serviços secretos, pois constituía igualmente um ministério. Dispunha de trezentos mil associados, blindados, caças e barcos, sendo uma organização militar totalmente independente das Forças armadas.
A organização compreendia 5 direções-gerais. A primeira direção, a mais importante, incluía a subdireção dos ilegais (agentes que viviam no estrangeiro sob uma falsa identidade), a subdireção científica e técnica, um serviço de contra espionagem, serviço de ação e um serviço dos negócios sujos ( assassinatos, atentados, sequestros, bombas). A segunda e terceira direções-gerais eram encarregadas da informação, vigilância e da segurança interna, a quarta dos guardas da fronteira e a quinta, das escolas, que são muitas e variadas.

As organizações russas sucessoras do KGB são o FSB (Serviço Federal de Segurança da Federação Russa), responsável pela segurança interna, e o SVR (Serviço de Inteligência Estrangeira), especialista na inteligência externa.
AGENTES DA KGB? - AMBIENTE CONTROLADO?
Alexei Rakitin, autor do livro " Dyatlov Pass “, apresenta a versão que Alexander Zolotaryov, Alexander Kolevatov e Yuri Krivonischenko eram agentes da KGB em uma missão para descobrir uma célula de agentes da CIA.  A CIA (Central Intelligence Agency) é o serviço secreto de informação do governo dos Estados Unidos. Fundada em 1947, a CIA tem como propósito espionar e coletar informações secretas de outros países e relatá-las ao Presidente e ao Conselho Nacional de Segurança dos Estados Unidos. Eles deveriam entregar amostras radioativas e depois tirar fotos dos americanos, mas algo deu errado e os agentes da CIA mataram o grupo. Parece absurdo agora, mas em um estado de medo e paranoia, essa foi a única maneira de espionar a União Soviética. Os russos também não eram estúpidos. Eles repetidamente enganaram ocidental por material radioativo-contaminado de lugares que não tinham nada a ver com isso. Isso nos leva à chamada teoria do envolvimento da inteligência ocidental. De acordo com essa teoria, dois ou mais membros do grupo Dyatlov foram contratados pela KGB para entregar falsas provas de roupas contaminadas radioativas. O resto do grupo provavelmente não sabia do verdadeiro propósito de sua jornada. A versão de Rakitin é uma que está amplamente disseminada e é bastante lógico em termos de explicação das questões mais misteriosas - roupas radioativas e uso de detectores de radiação, espuma cinza no rosto de Doroshenko, ausência de sapatos e roupas superiores, pelo menos 1 câmera desaparecida, etc.
Na verdade, foram alguns detalhes estranhos sobre os próprios esquiadores que deram origem a um cenário de história de espião da Guerra Fria. Semyon "Alexander" Zolotaryov, um solteiro de 37 anos e instrutor em um centro turístico remoto, se juntou ao grupo no último minuto. Ele era um veterano com anos de experiência combatente que lutou pela NKVD e teve uma tatuagem enigmática, "DAERMMUAZUAYA". Até hoje, a palavra permanece sem tradução para qualquer idioma conhecido. Os Arquivos do Instituto Politécnico do Ural revelaram um notável detalhe sobre Alexander Kolevatov: antes de se transferir para o departamento de Física-Técnica da UPI, trabalhou em Moscou como assistente de laboratório em uma instalação científica secreta, um instituto "atômico" sem nome conhecido como "Caixa postal nº 3394".E Yuri Krivonischenko trabalhou na mais notória "caixa postal" - a planta "Mayak" em Chelyabinsk-4010, onde um enorme desastre nuclear, segundo em gravidade apenas para Chernobyl, ocorreu em 1957. A explosão numa fábrica de processamento de material nuclear, em setembro de 1957, expôs 272 mil pessoas a radiações significativas. Meio século depois, Mayak é um dos lugares com índices de radioatividade mais altos no planeta e o acidente continua a ter um legado de devastação. Muitos milhares de pessoas não foram evacuados das áreas contaminadas. Nas vilas e cidades vizinhas, o índice de câncer na população é mais do que o dobro da média russa. Mas, ao invés de aprender as lições da tragédia, o governo russo aprovou uma legislação que o autoriza a importar combustível nuclear já usado de outros países para Mayak, resíduos que ficarão na fábrica de processamento para sempre.
                                  
Depósito de materiais de fissão, Mayak
O pesquisador Aleksei Rakitin está certo de que isso é peculiar A comunhão não foi recolhida por um capricho de acaso. Atrás das biografias de Zolotaryov, Kolevatov e Krivonischenko, a sombra de ninhada do KGB é distinta. O verdadeiro objetivo da caminhada de esqui, sem o conhecimento dos outros sete membros, era entregar amostras radioativas a um grupo de agentes da CIA e tirar fotos dos espiões. O último tinha estado sob o disfarce de turistas comuns acampando na Montanha dos Mortos. A reunião ocorreu no dia 1 de fevereiro, mas algo deu errado, e os americanos perceberam que o trio estava jogando um jogo duplo. Começou um conflito: uma luta, tortura e o brutal massacre de todo o grupo. Enquanto isso, a história de Rakitin não impressionou os amigos dos Dyatlovs. Vladislav Karelin considera isso como um arenque vermelho. "Eles eram caras durões. Para se assustarem as luzes do dia, você precisaria de algo extraordinário, algo surpreendente ".
CAMINHANTES CONFUNDIDOS COM PRISIONEIROS FUGIDOS DE UMA PRISÃO GULAG?
Prisão Gulag:
Gulag era um sistema de campos de trabalhos forçados para criminosos, presos políticos ou qualquer cidadão em geral que se opusesse ao regime na União Soviética (todavia, a grande maioria era de presos políticos; no campo Gulag de Kengir, em junho de 1954, existiam 650 presos comuns e 5200 presos políticos). Antes da Revolução, o Gulag chamava-se Katorga, e aplicava exatamente a mesma coisa: pena privativa de liberdade, pena de trabalhos forçados e pena de morte.
Kengir
Um investigador privado, que falou com ex-militares na área, disse que os caminhantes poderiam ter sido mortos depois de terem sido confundidos com prisioneiros fugidos dos campos de prisioneiros locais do Gulag. Ou, alternativamente, que foram mortos em uma "operação de limpeza" após uma série de exercícios militares. A Sibéria no momento da tragédia ainda era uma terra de Gulag. Muitos prisioneiros políticos foram libertados em 1953-56, mas os criminosos ainda estavam atrás das grades. Muitos pequenos campos de concentração foram dispersos por toda a região. O mais próximo foi Ivlag situado a poucos quilômetros de um local de uma tragédia. Embora seja verdade que não houve fugas em torno do tempo da tragédia, isso não significa que nunca aconteceu antes. A história conhece muitos exemplos, então os prisioneiros escapariam e se esconderam durante anos e até décadas de cada vez. Eles poderiam facilmente perder a morte de Stalin em 1953 e subsequentemente anistia para todos os prisioneiros políticos. Jovens turistas podiam ser levados para testemunhas indesejadas e posteriormente assassinados. Se você considerar que muitos dos presos políticos vieram diretamente das frentes da Segunda Guerra Mundial, é plausível que essas pessoas soubessem como matar e estavam abertas à idéia. Além disso, Yuri Yudin descobriu um pedaço de roupa que não pertencia a nenhum dos membros do grupo. Este "obmotki" é uma grande peça de roupa que está envolvida em torno de pés ou pernas para mantê-los aquecidos. Eles têm forma distinta e são feitos de um material específico. Eles foram amplamente utilizados entre os soldados nos anos 40 e depois entre os prisioneiros dos campos de concentração de Stalin. Ninguém sabe como chegou aqui e ninguém sabe como desapareceu da sala de evidências.
obmotki

Foram envenenados? Shrooms entendendo um pouco.
O Fly Agaric, Amanita muscaria, é um alucinógeno e deve ser considerado venenoso. Estes fungos atraentes aparecem frequentemente em grupos e são uma visão comum em todos os tipos de florestas.
Geralmente recorrente no mesmo lugar há vários anos, Amanita muscaria é encontrada freqüentemente em todo o hemisfério norte, incluindo Grã-Bretanha e Irlanda, Europa continental, Ásia, EUA e Canadá.
Quando eles emergem pela lâmina de folhas do chão da floresta, os jovens corpos de frutas são cobertos inteiramente em “verrugas” brancas pontudas, como visto na foto acima. A chuva pesada ou mesmo o contato com animais é, por vezes, suficiente para remover alguns ou todos os flocos brancos da tampa de um Fly Agaric, então você pode ver alguns espécimes "calvos".
Amanita muscaria é uma espécie introduzida na Nova Zelândia, Tasmânia e Austrália, onde há preocupações de que o Fly Agaric possa estar se espalhando à custa de espécies de fungos nativos.
Fly Agaric (Amanita Muscaria) é muito tóxico e até letal, mas, tornam-se menos letal quando seco. Convencionalmente, eles crescem mais comumente sob pinheiros (porque seus esporos viajam exclusivamente em sementes de pinheiro), então o xamã muitas vezes os pendurava nos galhos inferiores do pinheiro que estavam crescendo para secar antes de levá-los de volta para a aldeia. Como alternativa, ele os colocaria em uma meia e pendurá-los sobre o fogo para secar. Outra maneira de remover as toxinas fatais dos "shrooms" era alimentá-las a renas, que não sofriam efeitos das toxinas e então quando urinavam, os seus sistemas digestivos filtravam a maioria das toxinas, tornando a urina segura para os humanos beberem. As renas gostam muito dessas agarico de mosca, então um bom suprimento de xixi mágico geralmente estava pronto e aguardado para todo o inverno. Na verdade, as renas gostam de agaric de moscas (cogumelo ou fungo) tanto que comeriam qualquer neve onde um humano que tivesse bebido a urina da rena e tivesse urinado na neve, e assim o círculo continuaria.
Quando o xamã saia para colher os cogumelos, ele usava uma roupa vermelha com guarnições brancas ou pontos brancos, em homenagem às cores do cogumelo. E porque naquela época do ano toda a região geralmente estava coberta de neve profunda, ele, como todos, usava botas altas de pele de rena que até então seriam enrugadas pela exposição. Ele reuniria os agáricos de mosca secados em árvores e urina de rena em um grande saco, depois voltava para sua moradia, onde alguns dos líderes do mais altos "escalões"  juntamente com a população da vila teria se reunido para participar da cerimônia do solstício.
Solstício é um acontecimento astronômico que significa o início do Verão ou do Inverno. É a época do ano em que o Sol incide com maior intensidade em um dos dois hemisférios. Durante o solstício, o Sol (visto da Terra) surge no ponto mais afastado do equador celeste ao realizar o seu movimento aparente no céu.
Teoria 1 
A escritoa Svetlana Oss, em seu livro "Do not Go There", acredita que os caçadores de Khanty que levaram Agaric Fly mataram Rustem Slobodin com um chute fatal na cabeça e também infligiram lesões no peito de Yuri Doroshenko, Lyuda Dubinina e Semyon Zolotoryov. Svetlana alega também que queriam evitar disparos, para não chamar a atenção e para não deixar rastros para os investigadores e, por isso, limparam a área da barraca cobrindo as pegadas com neve e fazendo os próprios cortes, obrigando os turistas a tirarem as roupas e calçados e, por isso, a jaqueta de Dyatlov e a lanterna foram encontradas fora da barraca. Svetlana interpreta, em seu livro, que o quadro N 17 da câmera de Thibeaux Brignolles era um caçador que estava seguindo o grupo e ficou surpreso quando eles mantiveram em silêncio até o perseguidor emergir brevemente e esta foto foi tirada de surpresas, antes que a figura recuasse de volta ao bosque.
Quadro N 17 da câmera de Thibeaux Brignolles
Isso também explicaria sua escolha para lançar a tenda longe. Zolotoryov e Thibeaux estavam quase inteiramente vestidos e usando algum tipo de calçado. Zolotoryov foi encontrado com uma câmera ao redor de seu pescoço. Nós especulamos que os dois poderiam ter saído da tenda para fazer alguma necesidade e Zolotoryov pegou sua câmera porque algo interessante estava acontecendo, com essa teoria, as questões são se os caçadores de Khanty perseguí-los e o Shaman interpretar as luzes incomuns no céu noturno (se houvesse luz) como permissão dos espíritos para sustentar sua tradição que para eles a montanha era sagrada e proibida para estranhos, especialmente para as mulheres. Na verdade, alguns dos grupos cortaram fendas de fenda para monitorar onde seus perseguidores poderiam estar. O caso dos caçadores Khanty feito por Svetlana Oss termina com uma possível pista sobre um rifle que alguém comprou de um nativo.
Teoria 2
A possibilidade é que o grupo tenha ingerido uma quantidade muito grande dos cogumelos, intencionalmente ou não, e sofreu um delírio e a transpiração, o suor, poderia ter congelado alguns dos jovens exploradores. Isso explicaria o que parece ser o comportamento estranho do grupo naquela noite final. 
                               
AVALANCHE
                      
O perigo de avalanche na região é comum. A montanha de Kholat Syakhl não é muito alta e nem é muito íngreme. Além disso, os opositores desta teoria sugerem que os diários turísticos relatam uma cobertura de neve bastante fina. No entanto, estes fatos não excluem a possibilidade de uma pequena avalanche. Uma porção da camada superior de neve poderia simplesmente mudar e desempenhar o papel dos turistas como uma laje de neve. Isso poderia danificar a barraca e criar estragos entre turistas que de repente ficaram presos por debaixo de vários pés de neve. Certamente, explicaria por que a barraca estava cortada de dentro. Um refúgio adicional seria necessário se os turistas estivessem preocupados com uma segunda avalanche pode atacar de novo. De acordo com os defensores desta teoria, o grupo Dyatlov tentou voltar para o rio Auspiya e cometeu um erro fatal ao descer para o vale do rio Lozva. Depois de 4 semanas, a neve que foi apressada pela encosta da montanha foi simplesmente explodida pelos fortes ventos que são comuns na região. Isso apagaria todos os sinais de um desastre natural. No entanto, essa teoria tem suas lacunas. Pelo que podemos dizer das pegadas nus (sem sapatos ou botas) deixadas pelo grupo, todos parecem descer com relativa facilidade. É altamente improvável que três pessoas com costelas quebradas fossem transportáveis. E aqui vemos vários homens gravemente feridos e uma mulher anda sem problemas. Em segundo lugar, esses homens e mulheres eram experientes e bem treinados. Eles sabiam que as chances de congelar até a morte são mais prováveis ​​do que serem mortas por uma avalanche. Embora a remoção da barraca danificada de um lado da montanha exposta estivesse fora de questão, eles tinham que recuperar todas as suas roupas quentes. 
UFO
Controversão em torno do quadro número 33
Ocasionalmente, alguns dos teóricos da conspiração afirmam que um UFO assustou o grupo. Embora aparentemente incrível, essa afirmação pode ter alguma base para isso. Cerca do mesmo tempo, as forças armadas soviéticas lançaram vários foguetes da base de Baykanur. Embora os militares tenham reivindicado que os foguetes aterrissem nas montanhas do norte dos Urais, vários geólogos a 70 km das montanhas viram algumas órbitas brilhantes e pulsantes voando na direção do Kholat Syakhl em um dia de tragédia (noite de 1 de fevereiro).
Lev Ivanov, um homem que estava encarregado da investigação no Passe Dyatlov, viveu uma longa vida. No início da década de 1990, em uma entrevista a um jornalista local, ele fez uma declaração de que, durante sua investigação, ele e  Maslenikov perceberam que os pinheiros na floresta estavam queimados no topo. Ele também afirma que Kirilenko (um político), membro do Congresso soviético, juntamente com seu assessor, Ashtokin, forçou Ivanov a tirar qualquer referência aos objetos voadores desconhecidos ou a outros fenômenos estranhos. Isso incluiu fotos de esferas voadoras desenhadas pelos caçadores Mansi e outros testemunhos. É verdade que a União Soviética experimentou um boom de interesse em tudo o que desconhece. O cético também pode acrescentar que Ivanov deu essa entrevista para ganhar dinheiro. No entanto, temos que mencionar que Kirilenko ficou obcecado com o tema OVNI. A partir do início dos anos 60, ele apresentou vários pedidos para obter acesso aos arquivos da KGB. Não sabemos o que foi encontrado nos documentos, mas é inegavelmente estranho que uma figura política na URSS tenha feito tal interesse nesta matéria. O OVNI não foi investigado pela ciência oficial por isso considerado como um fenômeno pseudo-religioso. A União Soviética ateu, obviamente, proibiu qualquer interesse no assunto, especialmente entre os membros do mais alto órgão legislativo do país.
Surpreendentemente, uma das versões mais extraordinárias e surpreendentes veio de ninguém além do próprio Lev Ivanov. Em 1990, o procurador aposentado publicou um artigo intitulado "O enigma das bolas de fogo", onde admitiu que, na primavera de 1959, sob a pressão de AP Kirilenko e de seu vice, AF Yeshtokin, retirou vários materiais-chave do caso que indicou a verdadeira causa do acidente: "bolas de fogo" ou um OVNI *.
"Quando o EP Maslennikov e eu examinamos a cena em maio, descobrimos que alguns pinheiros jovens na borda da floresta tinham marcas de queimaduras, mas essas marcas não tinham forma concêntrica ou algum outro padrão. Não havia epicentro. Isso confirmou mais uma vez que os feixes aquecidos de uma energia forte, mas completamente desconhecida, pelo menos para nós, estavam dirigindo seu poder de fogo para objetos específicos (neste caso, pessoas), agindo seletivamente ".
Vale ressaltar que mais tarde, Kirilenko professou um interesse vivo nos UFO's, e recebeu documentos sobre avistamentos de objetos não identificados do Presidente do KGB, Andropov.
Contraversão em torno do quadro número 33
O quadro №33 atesta o fato de que a câmera de Krivonischenko foi deixada com o obturador inclinado. É possível que este seja apenas um hábito, embora isso seja incomum para um fotógrafo experiente, pois resultaria em perder alguns quadros de cada filme. Sua câmera era a única das quatro câmeras encontradas na tenda, deixada com o obturador armado. Outra explicação é que estar em poucas condições de visibilidade quando as últimas fotos foram tiradas na encosta, Georgiy queria estar pronta para tiro imediato para algo que ele esperava acontecesse. Nós não sabemos o que exatamente Zolotaryov, Krivonischenko e Kolevatov estavam se preparando, é possível que Krivonischenko com sua câmera precisasse ser um chamariz, permitindo que Zolotaryov fizesse negócios discretamente. Por sinal, provavelmente, Semyon fez isso, caso contrário, ele não teria mantido o sua segunda câmera até sua morte (o filme em sua câmera foi totalmente arruinado pela umidade). Krivonischenko atacando o obturador é um sinal muito importante de que ele estava se preparando para alguns eventos nas encostas, ao contrário dos donos das outras câmeras - Dyatlov e Slobodin. Entre outras estranhezas dos últimos dias (subida e descida do passe em 31 de janeiro, e uma distância muito curta percorrida em 1 de fevereiro), a persiana inclinada sugere que alguns membros do grupo de artigos se preparem para alguns eventos antecipados na tarde de 1º de fevereiro nesta área, mas o desenvolvimento por razões pouco claras para nós teve um resultado trágico.
Ufo ou Lens flare? 
Lens flare é uma aberração óptica causada pela dispersão da luz que entra na lente através das suas extremidades. Esse defeito causa certas manchas de luz em formas circulares ou hexagonais. Isto provoca uma diminuição de contraste da imagem final e, geralmente, o assunto está na sombra, o que torna difícil de focar.

Este tipo de "defeito" óptico se tornou popular no meio cinematográfico, sendo considerado um "efeito" que inclusive conta com plugins para Photoshop e outros softwares de edição de vídeo.
 
INFRASOUND
Karman Vortex Street visto em formações de nuvens 
na costa de Jeju, Coréia do Sul
Como parte da teoria tecnológica, houve sugestões de que um infrasonho poderia ter sido responsável por sentimentos repentinos e desagradáveis ​​entre os turistas. Novas pesquisas sobre fenômenos climáticos raros sugeriram que uma "tempestade perfeita" poderia ter atingido os campistas durante a noite, entrando em pânico tanto que eles teriam fugido da tenda e sofreram vítimas do frio brutal antes de chegarem a seus sentidos. Donnie Eichar, que passou cinco anos pesquisando o incidente, e realizou a própria perna, acredita que um fenômeno do vento chamado de uma rua vórtice de Karman poderia ter produzido um som aterrorizante e poderoso que provou provocar um medo irracional em seres humanos. Devido à topografia única da Dead Mountain (todas as menções de Dead Mountain, em vez de Mountain of the Dead, referem-se ao livro de Donnie Eichar), que é uma forma de cúpula perfeita, os ventos ferozes que atravessaram o passe poderiam ter sido entortados quando atingiram o contundente superfície. O vento, que soprava em linha reta, seria torcido em uma série de tornados pequenos, mas poderosos que derrubariam os dois lados do passe. Os tornados, girando rápido o suficiente para rasgar os telhados dos prédios, teriam criado um ruído ensurdecedor, mesmo que estivessem perdendo as tendas, como sugere a teoria de Eichar. Mas, em certas circunstâncias, eles também poderiam produzir um fenômeno mais sutil e aterrador conhecido como infra-som. O oposto do ultra-som, infra-som é um tipo de vibração no ar que tem uma freqüência tão baixa que não pode ser apanhada pela orelha humana. Mas uma sucessão de estudos mostrou que pode ter efeitos marcantes sobre o corpo humano, incluindo perda de sono, falta de ar e pavor extremo. Eichar, apoiado por cientistas da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica nos EUA, acredita que a combinação dos efeitos sobre a infra-som, o ruído ensurdecedor dos tornados e a tenda negra claustrofóbica podem desencadear até mesmo o aventureiro mais firme.
Embora a ciência pareça incrível, Eichar acredita que é a única explicação lógica para a situação em que os corpos foram encontrados. Embora Dead Mountain (montanha da morte) seja tão remota e inacessível que o fenômeno do tempo não possa ser observado diretamente lá no inverno, observou-se em locais de forma semelhante, incluindo a rocha de Gibraltar e uma série de outros picos.
Nas condições certas, um fluxo de vento pode ser direcionado de forma a criar um vórtice. Esses vórtices são criados em seqüências pelo movimento de ar e se afastam em uma forma de ventilador. Com ventos suficientemente altos e os ângulos corretos, esses vórtices de vento podem formar tornados poderosos, com o potencial de emitir grandes quantidades de infra-som, bem como causar danos por si mesmos. A teoria de Eichar supõe que a tenda dos caminhantes de Dyatlov estava diretamente para baixo do vento do pico da montanha, e longe o suficiente para que os próprios ventos giradores não atingissem a tenda. Mas eles estariam perto o suficiente para que os efeitos fossem sentidos - e ouviram.
Infrasound, vibrações no ar que são muito baixas para os humanos ouvirem, foi observada pela primeira vez na década de 1960. As ondas, definidas como qualquer coisa abaixo da faixa auditiva humana de 20 hertz (a faixa superior é de cerca de 20.000), podem ser feitas por objetos artificiais também por fenômenos naturais. 
 
Vladimir Gavreau, cientistas franceses, notou o efeito da infra-som em seu corpo graças a um fã mal projetado. Quando seus assistentes de laboratório começaram a sofrer náuseas por nenhuma razão óbvia, ele descobriu que o desconforto era causado pelo motor de um grande fã, que estava emitindo as ondas sonoras. Um estudo de 2003 no Reino Unido descobriu que um quinto das pessoas expostas a infra-estrutura relatou sentir ansioso, assustado ou incapaz de respirar adequadamente. Outra teoria afirma que as ondas estão ligadas a avistamentos de fantasmas. A hipótese de Eichar para o passo de Dyatlov afirma que os tornados giratórios poderiam produzir infra-som em níveis suficientemente altos para induzir o pânico nos caminhantes adormecidos, após o que o tempo siberiano fez o resto.
Estas são apenas algumas das teorias. Muitas são idéias bizarras, estranhas e silenciosas, burros e estranhas que circulam por aí. Alguns culpam os espíritos que outros culpam a desnudez paradoxal que leva à hipotermia. Todas essas teorias ignoram o fato de que apenas dois corpos mostraram sinais de despir depois de terem deixado a tenda. E foram os dois primeiros corpos encontrados sob o cedro. Suas roupas foram removidas depois que morreram. Podemos assumir que os corpos começaram a mostrar os primeiros sinais de rigor mortis ou rigidez após a morte. As roupas de vítimas mortas foram cortadas e mais tarde encontradas perto dos corpos na guarida. Isso prova que as pessoas estavam cientes do perigo de hipotermia e tentaram tudo o que puderam para se salvar. Por que eles deixaram a tenda com todas as roupas e botas no interior ainda é um mistério. Muitas teorias surgiram nas últimas décadas. Poucos destes, no entanto, explicam uma grande variedade de ferimentos físicos que o grupo experimentou.
Infelizmente essas não foram as últimas vítimas do Kholat Syakhl. De 1960 a 61, vários acidentes de avião tiraram vidas de nove pilotos e geólogos que foram enviados aqui. Por um tempo, os vôos foram totalmente cancelados na região. Entre as vítimas mais recentes da montanha foi um acidente de Mi-8 em 2009. Pilotos ignoraram a zona de exclusão não oficial oficial de longa data. Felizmente, eles sobreviveram ao dinheiro, mas não conseguiram explicar por que seu helicóptero caiu tão rápido e sem aviso prévio. Os turistas hoje repetem a faixa do grupo Dyatlov, mas nenhum dos grupos já contém 9 pessoas. No início dos anos 2000, um grupo de 9 turistas sob supervisão do grupo de resgate repetiu a mesma descida abaixo da encosta de Kholat Syakhl. Apesar da cobertura de neve e da noite, nenhum dos participantes obteve contusões ou cortes significativos. Aqueles que observaram os alunos não relataram nenhuma dificuldade em localizar membros no lado da montanha. Nenhum dos membros do grupo estava perdido e o contato vocal / visual foi constante entre os membros do grupo em todos os momentos. Isso só contribui para o mistério do que realmente aconteceu em Kholat Syakhl naquele dia. O caso das mortes da Dyatlov Pass continua aberto.
YETI / SNOWMAN / MENK
Quadro número 17 da câmera Thibeaux Brignolles
Seria essa foto de um Yeti, ou apenas uma foto desfocada de um dos integrantes do grupo que usava um casaco de pele? Essa foto poderia aflorar o imaginário de um “monstro”. Observem que os braços são muito finos e curtos. Alguns documentários apresentam o caso inserindo uma grande quantidade de ficção.
Fotografia supostamente conseguida pela equipe de pesquisadores, mostra nitidamente uma pegada bem maior do que o padrão de pegada humana!
Teria um yeti matado todos os jovens?
Foto ilustrativa
A lenda do Yeti ou Pé Grande
YetiIeti ou Abominável Homem das Neves é o nome dado a uma criatura que supostamente vive na região dos Himalaias Desde de 1961, o governo do Nepal declarou oficialmente que o Yeti existe.
Segundo a lenda, seriam descendentes de um rei macaco que se casou com uma ogra. Frequentemente costuma ser relacionado a outra criatura que possivelmente pode existir, a do bigfoot (pé-grande ou sasquatch), outra criatura misteriosa, que viveria nos Estados Unidos ou no Canadá.
O registo visual mais famoso até hoje ocorreu com o explorador Anthony Wooldridge em 1986. Ele estava acampado nas montanhas localizadas no norte da índia. Ele teria visto o Yeti a alguns metros do acampamento. Segundo ele, o Yeti teria ficado imóvel por 45 minutos. Depois que o local foi examinado, foi descoberto que o Yeti avistado seria apenas uma pedra coberta de neve. Anthony Wooldridge admitiu que havia se enganado.
Tem cerca de 2 metros de altura, assim como seu parente, bigfoot, e também é relatado que possua o mesmo odor fétido, característicos das criaturas citadas em várias civilizações, assim como o mapinguari, na amazônia, o sasquach, no Canadá, o bigfoot nos Estados Unidos, Skunk Ape na Flórida e Orang Pendek, na Indonésia, todos possuem existência não confirmadas.
Mapinguari da Amazônia
Corpo de um urso gigante; os pés de garganta virados para trás como os de um armadillo gigante; o rosto aparece macaco ou mesmo humano; arrastando uma nuvem de besouros voadores; e um rugido como trovão sem fim. Em algumas áreas, diz-se que a criatura tem dois olhos, enquanto outros relatos falam sobre isso com apenas um, como o Cyclops da mitologia grega. Algumas versões mencionam uma boca boquiaberta e fedorenta na barriga do monstro através da qual consome humanos infelizes o suficiente para atravessar seu caminho. Algumas lendas até atribuem-lhe os poderes do sobrenatural e até mesmo o discurso. As histórias clássicas descrevem-no como um xamã indiano tipo lobisomem que descobriu o segredo da imortalidade, mas pagou por isso transformando-se em um monstro horrível. Vê-lo é virar cara a cara com o próprio diabo!
Aparições fora do Himalaia
O abominável homem das neves também está presente em diversas outras culturas pelo mundo, principalmente em lugares extremamente hostis e montanhosos. Pesquisadores sugerem que o Yeti tem o estranho costume de acasalar com seres de outras espécies, como os humanos, deixando descendentes por todo o mundo com características muito parecidas com as suas porém adaptadas ao clima local.
Bryan Sykes é um professor de genética na Universidade de Oxford. Publicou a sua primeira pesquisa sobre ADN de restos arqueológicos no journal Nature em 1989; participou da pesquisa do caso Otzi (uma múmia dos Alpes de Ötztal); assim como da pesquisa feita a pessoas que pretendiam ser membros da familia real dos Romanov. Sykes é conhecido pelos seus livros de ciências e como fundador de uma firma de testes de genética chamada “Oxford Ancestors”.
 
Em 2014, uma equipe da Universidade de Oxford analisou 57 amostras de cabelo, alegadamente sendo de Yetis, submetendo 36 deles para o teste de DNA. A equipe de Bryan Sykes corresponderam duas das amostras de dois diferentes Yetis a um urso polar de 40.000 anos de idade, que os especialistas pensavam extinto anos atrás.
Entretanto, outros cientistas questionam os resultados do teste de DNA apresentado por Sykes. Dr. Edwards e Dr. Barnett acreditam que a análise genética das amostras dos pelos atribuídos ao yeti pela equipe de Sykes poderia ser apenas uma degradação DNA de urso polar. Sykes concordou que as suas amostras do Yeti não eram da queixada de um urso polar pleistocênico.
Um estudo em 2017 analisou os grandes fragmentos de DNA, analisando os genomas mitocondriais completos de supostos yetis e comparando-os com os genomas mitocondriais de vários ursos, incluindo ursos polares e ursos marrons tibetanos[6]. Oito amostras de restos, tais como pele, ossos e dentes, supostamente provenientes de Yetis, realmente provêm de três tipos diferentes de ursos que vivem no Himalaia.
Conhecendo um pouco o Urso Polar. Seriam os ursos responsáveis pela morte dos alpinistas?
 
Os ursos polares vivem nas regiões do círculo polar ártico, costas setentrionais da América e da Eurásia (países como Canadá, território da Groenlândia, Rússia e no estado norte-americano do Alasca). Vivem em pequenos grupos de aproximadamente 4 animais. 
É um animal carnívoro e alimenta-se principalmente de: bacalhau, salmão, aves, golfinhos, filhotes de leões marinhos e outros mamíferos de pequeno porte. O urso polar está muito bem adaptado para viver em regiões geladas, pois possui uma rica cobertura de gordura em sua pele, além de espessa pelagem. O acasalamento desta espécie ocorre na época da primavera, sendo que os filhotes nascem no inverno.
São ótimos nadadores em função do formato de suas patas. A fêmea costuma gerar em média 3 filhotes por gestação. A espécie é considerada com risco baixo de extinção. Os ursos polares não hibernam, apenas entram num estado de semi-sonolência. 
CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS:
Altura: 2 metros em média
Gestação: 7 a 8 meses
Cor: branca
Peso: pode chegar a 600 quilos.
O urso polar habita as áreas flutuantes de gelo da costa do Ártico, onde encontra suas principais presas: foca-anelada, morsas e outros animais marinhos.
Apesar dos filmes sempre retratarem esse urso como um animal inócuo, ele é bastante forte e perigoso. Pode arrancar a cabeça de uma pessoa com um único golpe. Mesmo assim, os ursos polares só atacam seres humanos em casos excepcionais, quando seu habitat é destruído.
Existem rotas especiais para turistas na Rússia que incluem ver e fotografar ursos polares de um helicóptero. Os ursos polares e marrons, junto com o jacaré do Mississipi, os crocodilos de água salgada e do Nilo, o tigre, o leão e o tubarão-touro cinza estão entre os dez animais mais perigosos do planeta.
A regra fundamental quando se lida com os ursos é nunca tocar em seu filhote, não importa o quão adorável ele parecer. Nem mesmo se a mãe não estiver por perto.
A segunda regra mais importante é nunca fugir de um urso. Por puro instinto, o animal vai perseguir o ser humano até conseguir acabar com ele. Se parecer que o russo está te desafiando, simplesmente se afaste lentamente, mas não vire de costas para o animal em momento algum.
Quanto menor o número de seres humanos em um grupo, mais tímido ele ficará. Um grupo de mais de três pessoas pode, contudo, assustar o urso e torná-lo agressivo. Nesse caso, um ataque de pânico pode fazê-lo atacar.
Ursos polares estão em extinção
 
 O Raio Esférico (ou bola)
Quase sempre possuem forma esférica, mas também de forma oval, gota d’água, bastão, discóide, elipsóide, com diâmetro variando de 10-40cm, em diferentes cores, mas na maioria das vezes observada o vermelho-laranja, o amarelo ou branco. Não são excepcionalmente brilhantes, mas podem ser observados claramente, de dia ou de noite.
Vários grupos de cientistas em todo mundo tem estudado esse fenômeno. O raio bola é chamado por vários nomes, como raio globular, raio esferoidal, relâmpago globular, etc, e em inglês: “Ball Lightning”. O fenômeno dura consideravelmente, muitos relatórios iniciais afirmam que a bola explode ao final, às vezes com consequências fatais, deixando um cheiro de enxofre. 
O fenômeno do raio esférico (ou bola) é pesquisado desde 1850, em torno de 10.000 visualizações já foram registradas, foram vistos com diâmetros de 1.5m, 0.1 a 0.2m, e 0.01 a 1.00m. O cientista Nikola Tesla gerou em laboratório raios esféricos de 1 a 2cm de diâmetro com uma duração de 2 a 3 segundos. Veja mais no link abaixo:
Ball lightning é um fenômeno elétrico atmosférico inexplicável. O termo refere-se a relatos de objetos esféricos luminosos que variam em diâmetro de tamanho de ervilha a vários metros. Geralmente é associado a tempestades, mas dura consideravelmente mais do que o flash de segundo nível de um raio.
"As fendas da tenda, o ponto quente perto da tenda e uma câmera em um tripé improvisado sugerem que eles estavam observando algo no céu. Dado que o povo Mansi local culpou as órbitas douradas pela tragédia e os avistamentos repetidos das luzes no céu de testemunhas confiáveis ​​no mesmo período, juntamente com fotos das câmeras do grupo possivelmente de luzes aéreas, é plausível que o grupo fugisse da tenda devido a uma ocorrência de raio de bola ficando muito perto da barraca e pairando lá derretendo a neve por baixo para criar o ponto quente. O grupo, então, apressou-se para o treeline a 1500 metros de distância e acendeu um fogo enquanto esperavam o desaparecimento do objeto. A teoria então descreve como as duas mortes no cedro foram devidas a um único evento de eletrocussão (devido a relâmpago normal ou relâmpago de bola) criando cabelos queimados, orifícios de cabeça sangrando, grandes queimaduras, roupas queimadas, edema pulmonar e danos nas árvores e as quatro mortes subsequentes no barranco devido a uma explosão mesmo perto da tenda (novamente devido a um raio mais poderoso ou relâmpago bola). 
                      
Restos de fogo sob cedro antigo com ramos quebrados até 5 m de altura sugerindo que os caminhantes haviam escalado para procurar algo ou se esconder de alguém. A clareira está voltada para a direção da barraca. Os ramos do cedro estavam espalhados no chão e parcialmente pendurados nos galhos inferiores. Nas proximidades, os jovens abetos e árvores de bétula foram cortados com uma faca para quebrar. Os cortes e a faca não foram encontrados. Essas estacas não eram destinadas a queimar enquanto os galhos do secador podiam ser encontrados ao redor. Ficou claro que, sob o cedro, mais de duas pessoas se envolveram em grande esforço para reunir madeira para proteção.

Embora o relâmpago do clima frio seja raro, é possível se ver. A teoria sugere que o ataque de relâmpago do barranco atingiu perto da guarida e vaporizou uma quantidade substancial de água corrente, neve e gelo (a polaridade positiva atinge - pode produzir 300 mil amperes e temperaturas várias vezes mais quentes do que a superfície do sol, por exemplo 30,000 C) criando uma explosão amplificada pelos confins do barranco que jogou a guarida e seus ocupantes de 6 a 10 metros resultando em ferimentos de força contundente semelhantes a um acidente de carro. A teoria sugere que os três membros sobreviventes morreram em dois grupos, Rustem Slobodin foi ferido e urgentemente teve que ser devolvido à tenda assistida por Zinaida Kolmogorova. Devido a flutuações de neve e ventos fortes, ele entrou em colapso na jornada e Zinaida Kolmogorova também seguiu devido ao mesmo exaustão do esforço de ajudá-lo. Igor Dyatlov permaneceu com a ravina quatro como Lyudmila Dubinina e Semyon Zolotaryov, embora gravemente feridos ficaram vivos por algum tempo depois e Nikolai Thibeaux-Brignolles estava inconsciente. Igor Dyatlov pode ter despojado os dois corpos no cedro (girando os corpos) para fornecer mais isolamento para os que ainda estão vivos. Algum tempo depois, ele decidiu abandonar sua vigília e retornar à tenda, mas morreu sendo o único membro do grupo a ter sinais claros de hipotermia. O policial Lev Ivanov, que liderou o inquérito oficial em 1959, aparentemente favoreceu a teoria da " bola de fogo ". 
LANÇAMENTOS SECRETOS
Imagem Ilustrativa
Os fenômenos celestes que acompanharam o Incidente quase convenceram a todos de que as vidas dos esquiadores tinham sido tiradas por um foguete. No caso criminal, há uma mensagem radical de interesse particular, enviada para a sede do grupo de busca:
RADIOGRAMA A SULMAN - 3 / 2-59 anos. - 18:30
O principal mistério da tragédia continua a ser a saída de todo o grupo fora da barraca
A razão poderia ser qualquer fenômeno natural extraordinário, como o vôo de um foguete meteorológico, OBSERVADO NO 1º DE FEVEREIRO DE IVDEL e pelo grupo de Karelin
Amanhã continuaremos a pesquisa [fim]
Uma vaga evidência da "versão do foguete" já conseguiu chegar a Vladimir Korotayev, que relatou:
"Muitos anos depois, falei com alguns cientistas do círculo de Korolyov, o escritório do acadêmico Rauschenbach, para ser exato. Foi-me sugerido que, por isso, eles diziam que havia alguns testes feitos. "Todos os pedidos enviados para vários locais de lançamento por pesquisadores, no entanto, não produziram resultados: não houve lançamentos de foguete na União Soviética desde o 1º até 2 de fevereiro. Talvez, as relíquias e estigmas do culto do foguete podem ser encontrados na região da taiga Sverdlovsk? Desde o momento da operação do grupo de busca, houve rumores de um campo de treinamento secreto localizado em algum lugar próximo ao local do acidente. Os locais ainda relacionam lendas de reuniões com patrulhas militares no meio região da taiga, buracos nas encostas seladas com concreto e o som de um trem que vem do chão na floresta.
Uma conferência de 2008 na Universidade Técnica Estadual do Ural, juntamente com a Fundação Memorial do Grupo Dyatlov, decidiu que os testes militares eram culpados. O Serviço Federal de Segurança respondeu que todos os envolvidos no caso haviam morrido há muito tempo.
Até agora ninguém descobriu este grande mistério.

Fábrica de Disco Voador?

Fábrica de Discos Voadores: a evolução Outro dia recebi umas fotos de supostos discos voadores e percebi que nas fotos mais antigas...